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Fim do horário de verão: saiba como minimizar os efeitos da mudança

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Teresinha

20 de fevereiro de 2016 às 21:02


A partir deste domingo (21), os relógios devem ser atrasados em 1 hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A mudança altera as rotinas e pode trazer desconforto para algumas pessoas chegando a interferir no rendimento diário.

Para a médica Rossana Maria Russo Funari, clínica geral e geriatra do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, é comum que a adaptação dure, em média, sete dias. “Além da sonolência, algumas pessoas podem apresentar outros sintomas, como enxaqueca, dor de estômago e alteração do apetite.

Para evitar problemas durante esse período, a Dra. Rossana recomenda, na medida do possível, preparar-se para dormir, mais ou menos, no horário de sempre (do relógio). “Uma boa dica é dormir com as janelas abertas, pelo menos nos primeiros dias, para que seja possível acordar naturalmente com a claridade”, diz. Isso ajudaria na sincronização dos relógios físico e biológico. Além disso, é importante evitar bebidas que tirem o sono, caso do café, refrigerantes e alguns tipos de chá que contém cafeína.

Outra recomendação importante é não dirigir por várias horas seguidas (ao pegar estradas, por exemplo), durante os dias em que a pessoa estiver mais sonolenta e cansada.

De acordo com a médica, dependendo do estilo de vida, a pessoa pode ter mais ou menos desconforto na mudança de horário. Pessoas que têm uma vida mais regrada quanto aos horários de alimentação e de sono, tendem a ser mais afetadas. “Se a pessoa costuma acordar muito cedo para trabalhar, a mudança é mais perceptível. No fim do horário de verão, a tendência é dormir mais tarde, enquanto o relógio biológico está ‘programado’ para acordar mais cedo. Isso prejudica o rendimento”, explica.

COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, conquistado pelo quinto ano consecutivo em 2015.

Fonte: assessoria



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