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Dono de farmácia executado a tiros

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Teresinha

14 de fevereiro de 2014 às 20:02


O farmacêutico Gilson Barbosa Lopes, 48 anos, foi morto dentro de seu estabelecimento comercial localizado às margens da BR-316.
O farmacêutico Gilson Barbosa Lopes, 48 anos, foi morto dentro de seu estabelecimento comercial localizado às margens da BR-316.
O comerciante Gilson Barbosa Lopes, 48 anos, foi morto por volta das 14h30 desta sexta-feira (14) dentro da sua famácia localizada às margens da BR-316. A vítima foi morta com dois tiros de arma de fogo.

De acordo com o capitão do 6º Batalhão de Polícia Militar, Fábio Soares, as testemunhas afirmam que dois homens chegaram ao local em uma motocicleta, um deles desceu do veículo e prontamente efetuou os disparos.

A polícia ainda não sabe a motivação para o crime. Duas hipóteses são levantadas: latrocínio ou execução. “Mas tem todas as características de ser execução já que a dupla não levou nada”, disse o militar.

A Droga Gil fica em frente ao antigo posto da Secretaria Estadual da Fazenda, ainda no perímetro urbano de Teresina.

A vítima estava atrás do balcão quando foi abordada. O corpo ficou caído atrás do balcão, no chão.

A ação

A dona de restaurante, Antonia Ferreira da Silva, conhecida popularmente como Mocinha, revelou que a farmácia havia sido assaltada há 3 meses e que na oportunidade foram levados joias e computadores.

"Estava dentro do restaurante quando ouviu dois tiros e logo em seguida uma pessoa gritando que o Gilson estava morto. Não ouvi briga nem discussão, só os disparos. O Gilson era um cara legal e era pai de 2 filho", lembra a vizinha de estabelecimento da vítima que também se queixou de falta de segurança.

Vítima e medo da violência

O amigo da família Francinaldo Andrade Costa revelou que Gilson tinha uma farmácia anteriormente no bairro Parque Piauí, mas que ele havia mudado o negócio para a BR-316 como consequência de vários assaltos já sofridos.

"Tem cerca de oito anos que ele se mudou. Ele era um homem que vivia pro trabalho. Era sempre do trabalho para casa e da casa para o trabalho. No último assalto que ele sofreu levaram ainda cerca de R$ 3 mil em dinheiro", conta.

Fonte: cidadeverde



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