VEÍCULO
Teresinha
17 de janeiro de 2024 às 06:40
A compra de um bem exige planejamento orçamentário e uma boa dose de esforço. Portanto, ao adquirir uma moto, o proprietário precisa pensar em várias formas para preservar a integridade física e aumentar a segurança desse investimento.
Em meio a esse aspecto, entre os principais desafios está a escolha de qual seguro contratar para proteger a moto, porque é normal surgirem várias dúvidas sobre qual serviço é o mais qualificado.
Pensando nisso, confira na sequência algumas respostas aos principais questionamentos que podem surgir durante essa tomada de decisão.
De uma forma geral, as apólices preveem proteção contra roubo, furto e colisões, com a porcentagem de cobertura variando entre 30% e 40% do valor da moto.
Porém, é possível contratar uma apólice específica contra roubos e furtos, mas, para esses casos, o valor do prêmio vai oscilar na casa de 20% a 30% sobre o total do bem.
A quantidade de cilindradas pode sim interferir no valor final da apólice e, em meio a esse cenário, existem seguradoras que não trabalham com motos que tenham menos de 300 cilindradas. Portanto, é necessário ficar atento a esse aspecto na hora de comprar uma motocicleta.
Os modelos mais esportivos podem apresentar valores maiores de seguro. Por outro lado, os tipos custom, como Harley-Davidsons, têm uma cotação mais atrativa, já que são modelos muito usados para lazer.
O modelo de seguro para motos também contempla proteção contra acidentes e incêndios.
Entretanto, como a motocicleta não é capaz de provocar grandes estragos em um carro ou um caminhão, o valor para ressarcimento de danos causados a terceiros é menor. Caso o reembolso seja para pagar a quantia referente ao próprio bem do segurado, é levado em consideração o valor de mercado do veículo.
Para não ficar restrito às apólices mais básicas, o proprietário pode incluir no seguro moto, além de proteção contra colisão e acidentes, outros benefícios específicos oferecidos pelas seguradoras, como coberturas para danos corporais ou materiais causados a terceiros, assistência 24 horas, proteção para lanternas, faróis e retrovisores, entre outros dispositivos.
O perfil do segurado é sempre avaliado, seja para os que procuram proteção para motos, quanto em relação a carros.
No que diz respeito aos motociclistas, a primeira informação levada em consideração é a idade porque, pessoas com até 24 anos, estão em uma faixa etária avaliada como de alto risco. Por outro lado, quem tem mais tempo de carteira pode ter apólices mais vantajosas.
Além disso, o histórico do condutor é levado em consideração. Pensando nisso, não ter recebido multas ou não ter se envolvido em acidentes é outro critério importante de avaliação.
Outro critério de análise para definição da apólice é o endereço do motociclista, porque as seguradoras fazem uma análise das localidades que são mais perigosas. De uma forma geral, os cep´s mais caros são os das grandes metrópoles.
Além disso, algumas seguradoras exigem saber para qual finalidade é o uso da moto e em quais localidades ela vai circular.
Esse é um questionamento de várias pessoas interessadas em contratar o serviços, mas existem algumas maneiras de reduzir esse custo. Confira algumas delas!
Caso a moto seja utilizada para trabalho, certamente o custo é maior. A dica nesse caso é garantir que o veículo terá garagem e será guardado em bairros com menor índice de sinistros;
Evite multas, porque as infrações elevam o valor da apólice;
Instalar dispositivos de segurança também reduzem o custo do seguro.
Para se aprofundar ainda mais no assunto, a melhor opção é procurar corretores especializados em seguros para motocicletas e demais veículos, porque eles são referência em passar orientações sobre o tema.
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