até o momento em que a menina entrou na ambulância. A informação foi passada na tarde desta quarta-feira (9) pelo promotor do caso, Francisco Cembranelli, com base no depoimento de uma das médicas que atenderam a criança, o único colhido até as 16h. A menina, que morreu no dia 29 de março ao cair do 6o. andar do apartamento do pai, na Zona Norte de São Paulo, teria sofrido uma parada cardiorrespiratória. Cembranelli deixou a delegacia após três horas lá dentro e disse que acompanhou o depoimento da doutora. "A médica relatou a seqüência (de socorro) e a tentativa de reanimação, infelizmente sem sucesso. Ela (Isabella) já apresentava sinais de que havia sofrido uma parada e tentou-se o processo de reanimação", contou o promotor. Antes de a médica assistir Isabella outra equipe dos bombeiros fez os primeiros-socorros no jardim do edifício, onde estava o corpo da criança. "Ela (a médica) apenas contou o que se passou quando teve contato com a criança", disse Cembranelli, que não deu detalhes do que a médica contou aos policiais. Ele não soube informar se a menina ainda estava com vida quando foi colocada na ambulância. Disse que somente o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) poderá informar a causa da morte de Isabella. O promotor contou estar "otimista" quanto ao curso das investigações, considerado "muito bom".
Fonte: Globo