Educação

Preso acusado de falsificar contracheques para aumentar valores

Piauí Hoje

Teresinha

09 de agosto de 2008 às 03:08


Acusado de falsificar documentos, principalmente contracheques de servidores públicos aumentando os valores e, conseqüentemente as margens para empréstimos em consignação, Deusdete Luis Gomes foi preso por policiais lotados na delegacia do 8o DP, sob o comando do delegado Jefferson Kalume, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pelo juiz Antonio Lopes de Oliveira, da 4a Vara Criminal. Ele está recolhido na Casa de Custódia, no bairro Km-7, na zona Sul de Teresina.As ações de Deusdete Luís Gomes, principalmente contra funcionários do Tribunal de Justiça, chegou ao conhecimento do procurador geral de Justiça do Estado, Emir Maia que o representou junto à polícia. O documento foi encaminhado ao delegado geral da Polícia Civil, James Guerra que designou o delegado Jefferson Kalume, lotado no 8o DP, localizado no conjunto Dirceu Arcoverde, para investigar o caso e após dias de trabalho, a autoridade policial conseguiu reunir nos autos do inquérito informações suficientes para representar pedido de decretação da sua prisão preventiva, o que aconteceu na semana passada e agora ele está preso.O delegado Jefferson kalume afirmou que todas as pessoas identificadas como supostas vítimas do acusado foram ouvidas, cujos depoimentos foram importantes para que ele embasasse o seu pedido de prisão preventiva, mas afirmou que a representação contra o mesmo cita como vítima não só funcionários do Poder Judiciário, mas também de outros órgãos do Estado.Jefferson Luís conseguia averbação alterando valores dos contracheques de suas vítimas e depois fazia empréstimos em valores bem altos. Teve o caso de um oficial de justiça, cujo nome não foi revelado, que ao tomar conhecimento de que Jefferson Luís era agente financeiro o procurou para fazer um empréstimo, isto pagando um débito já existen e pretendia ficar com um pouco de dinheiro para resolver problemas outros e se surpreendeu quando soube que tinham feito um empréstimo em seu nome no valor acima de R$ 30 mil, passando a ser descontado mais de R$ 1.5 mil em seu contracheque.O inquérito já foi encaminhado à justiça e está traminando na 4a Vara Criminal, onde o advogado do acusado já ingressou com um pedido de revogação do decreto preventivo, alegando que não existia necessidade para tal e que o seu constituinte preenche os requisitam que justificam o não decreto preventivo.

Fonte: DP



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