Educação

Juliana Paz quer casar com empresário em 2008: ou vai ou racha!

Piauí Hoje

Teresinha

27 de dezembro de 2007 às 03:12


Às 19h, depois de uma leve chuva, a praia da Barra, no Rio de Janeiro, ganhou um mar turquesa, espelhado nas nuvens de uma terça-feira cinzenta. "Vamos fazer fotos no mar, vamos fazer fotos no mar!", gritava Juliana Paes, 28 anos, para desespero da produtora, preocupada com o belo vestido, de Carlos Tufvesson, que não podia molhar.Ela adora estar perto do mar. Pouco depois de 30 minutos de fotos na areia, choveu. Mas já estávamos longe, no Sheraton Barra Hotel, conversando sobre um ano especial na vida da atriz. Vida de casada é o que Juliana espera para 2008. Vai encarar um casamento pela felicidade natural que ela e o empresário de marketing esportivo Carlos Eduardo Baptista, 29, vivem - e também pelas duas famílias, que se dão muito bem e vão adorar a novidade.O casal se conheceu em um show do grupo O Rappa, no Rio, em fevereiro de 2004, quando a atriz atuava na novela Celebridade. Juliana vai passar a virada do ano em Paris para comemorar."Eu tinha mesmo um sonho de conhecer a cidade. Não tiro férias há uns três anos. Na verdade, não vou passar apenas o Réveillon em Paris, vou aproveitar e passar minhas férias por lá", ela conta. "Dia 26 viajo com o Dudu... Acho que vai ser gostoso", ela sonha, ainda na correria para deixar tudo resolvido para o descanso.A seguir, Juliana compartilha suas reflexões sobre o ano, o casamento, a família e suas realizações."Casar em 2008 é uma vontade, sim. Acho que eu e o Dudu estamos juntos há bastante tempo. Chega uma hora em que ou vai ou racha (risos). Vamos fazer quatro anos juntos, já está na hora. Na verdade, já temos uma vida muito de casal, mas acho bacana o ritual. Não vai ser uma cerimônia católica, com base no casamento tradicional, igreja, até porque sou espírita e todo mundo sabe disso. Eu quero casar mais para sacramentar uma união feliz e que tem sido assim há muito tempo. Ele tem uma família que curtiria isso e a gente acaba casando um pouco para a família também. A minha mãe (Regina, 55) e a mãe dele (Sandra) estão superfelizes, os nossos pais (dela, Carlos Henrique, 57, dele, Carlos) também. Acho bacana reunir as pessoas que amamos para celebrar uma união com os amigos também (...). Fiquei muito feliz com a vinda da minha irmã e da minha mãe para cá (Rosana, que morava com a mãe e os dois sobrinhos de Juliana, Larissa, 2, e Gabriel, 4, nos Estados Unidos). Estou abrindo o salão de beleza da minha mãe em Niterói, no Rio (onde comprou um apartamento para ela), que é o sonho dela e que se tornou o meu também. Acho que a realização dos objetivos do pai e da mãe acaba sendo nossa realização também. Queríamos inaugurá-lo este ano, mas não deu e vai ficar para 2008. Obra sempre é imprevisível... Eu sempre fui muito apegada à minha família. Ando com eles para cima e para baixo. É muito prazeroso. Eu sofria de saudade. Meus sobrinhos então, nossa! Só de saber que a qualquer momento eles podem vir para cá ou eu posso ir para lá é muito gostoso, um alívio (...). Eu cumpri os meus objetivos este ano. No meio da novela eu disse que quando terminasse, queria fazer teatro. Não sabia o que, aonde, por qual caminho (foi convidada para interpretar a dançarina Ulla, em Os Produtores). Este ano a peça foi minha principal realização. Não só profissional, mas de um sonho mesmo. Sempre quis fazer um musical, tinha essa vontade de testar esse meu lado. Consegui juntar o teatro e o musical em uma coisa só (...). Acredito que quando você pensa nas coisas, elas acabam sendo atraídas de um maneira inexplicável. É o que acontece comigo. Eu não sou muito de traçar metas, mas eu penso em meus desejos e eles se concretizam. É bom porque não vira uma obrigação, não gera uma frustração caso não aconteça." "Eu já sabia que era uma boa profissional (risos). Eu sempre soube que não era apenas uma mulher bonita e sensual como dizem. Mas nunca tive problema com isso, porque, quando temos muito a oferecer, nenhuma mina fica intacta, sempre se arruma uma maneira de explorar. E as pessoas aos pouquinhos foram vendo que eu tinha muita coisa a ser explorada. Ainda acho que tenho. Só que está sendo aos poucos. Sinto que ainda estou crescendo (...). Este ano eu tive de trabalhar mais. Tive de ensaiar e estudar mais por causa do musical. Tive de investir, mas o retorno foi tão grande que eu não considero um sacrifício. Óbvio que eu tive de ficar um tempo em São Paulo. Eu que sou supergarota carioca, gosto de praia, de sol, do Rio. Para mim não foi fácil essa mudança, mas valeu muito a pena. Eu colhi muitos frutos (...). A novela (Pé na Jaca) terminou cedo, em junho. Foi um trabalho que me fez muito feliz. Foi no começo do ano, as pessoas têm mania de prestar atenção mais ao que acontece no segundo semestre, mas fazer a protagonista, uma mocinha romântica, foi muito bom para mim. Me rendeu muitos elogios (...). Eu realmente preciso descansar um pouco. Preciso cuidar mais de mim e esta é minha meta para 2008, porque estou muito workaholic. Acabo perdendo o controle. Quando digo que vou descansar, só depois percebo que não parei para fazer o que queria. Eu não paro para ficar em casa, para ver televisão, para dar uma caminhada na praia... Minha bicicleta está enferrujando em casa, não dou uma volta. Acho que preciso segurar o freio do trabalho (...). Não sei se considero uma conquista estar desfilando novamente pela Viradouro (Juliana se mostra preocupada, pois engordou 6 quilos e quer estar em forma para a passarela do samba). É mais pela alegria mesmo. Carnaval é festa para mim. Eu sempre fui muito apaixonada por Carnaval. Para mim, estar à frente daquela bateria é festejar, é celebrar a vida e também passar alegria para o público. É muito gostoso estar numa posição tão beneficiada em uma manifestação tão bacana. É uma maneira de me sentir querida."

Fonte: Contigo!



@production @if(request()->routeIs('site.home.index')) @endif @endproduction