O presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (Caema), João Moreira Lima, bem que tentou , mas não conseguiu explicar a contratação sem licitação de uma empresa de advocacia do Piauí por R$ 1,6 milhões .Disse que a empresa possui uma demanda muito grande, e que diarimente recursos da Caema estavam sendo bloqueados, o que justificaria a pressa na contratação de um escritório.João Moreira lembrou que foi procurado pelos donos do escritório e resolveu fechar o contrato, com "alguém de confiança".Até que a pressa diante dos bloqueios "quase diários" se justifica, mas como explicar a confiança, se ele mesmo disse que não conhecia os donos do escritório contratado, e que os conheceu quando foi procurado.Se esses mesmos advogados já tivessem trabalhado para o presidente da Caema, poderia garantir alguma confiança. Mas se não os conhece como pode assegurar alguma competência.É bom que se ressalte que João Moreira Lima não compareceu à audiência para tratar deste assunto, e que portanto, não estava preparado para respondder os questionamentos levantados pelo deputado Edivaldo Holanda.Um dos pontos que ficou sem resposta foi a uma possível sociedade do escritório contratado com o advogado Marcos Vinícius, que atuou no TSE para cassar o governador Jackson Lago e entregar o governo do Maranhão à família Sarney.
Fonte: Jornalpequeno