Gyselle Soares, a piauiense de 24 anos vice-campeã do BBB - que por apenas 0,3% não levou para casa o prêmio de R$ 1 milhão -, é dona de uma alegria surpreendente. A modelo, que durante o programa chamou a atenção por seu jeito esquivo, quieto, solitário, só era assim porque estava confinada, garante ela. E ninguém duvida. Fora do reality show, sua energia e o brilho no olhar voltaram. É bem verdade que um dos responsáveis por toda esta luz é o seu namorado francês, Alex Sayhi, 22, com quem Gyselle namora há um ano e meio e que veio para o Brasil para ficar ao lado da ex-BB.Perfil: Gyselle SoaresIdade: 24 anos Danta de nascimento: 27/10/1983Traço marcante da personalidade: persistênciaHomem bonito: meu namorado Alex SayhiPior momento do confinamento: a briga com MarceloMania: de usar fio dental e de mexer no cabeloO que detesta num homem: a preguiça para trabalharO melhor da França: a vida noturna de ParisO melhor do Brasil: a alegria do povoPerfume: Dolce & Gabanna masculinoRitmo de música perdileto: todosLugar para fazer amor: a praiaFilosofia de vida: ser você mesmaNa entrevista para o Paparazzo, permeada por risinhos e palavras entusiasmadas, Gyselle conta que quando quer conquistar um homem, é uma cajuína destemida. Sem pestanejar, deixa a timidez de lado e vai à luta pelo que quer. "Quando quero um rapaz e vejo chances de rolar algo, eu encaro", avisa a Cajuína.POR Luciana Tecidio 01 No programa, você era tímida, calada. Mas na realidade é bem extrovertida... Sou essa pessoa alegre, divertida, cheia de vida. É estranho ficar presa numa casa sem falar com ninguém. Aquela lá não era a Gy. Tenho defeitos e qualidades, mas sou uma pessoa alegre. Não sou tímida para conversar e falar com as pessoas. Sou tímida em relação ao meu corpo nu e para paquerar. Aí fico vermelha. Mas quando quero um rapaz e vejo chances de rolar algo, eu encaro. Enfrento a timidez e faço qualquer coisa para que ele me note.02 E qual é a sua técnica de sedução? Invisto mais no olhar. Não mais do que isso. Acho que a mulher tem que ter seus truques para seduzir, principalmente quando tem um namorado. Tenho muito isso. Gosto de comprar lingerie para agradar, gosto de lingeries vermelhas.03 E com o Alex você não perdeu tempo, não é? Fiquei enlouquecida. Achei ele lindo, simpático, queria muito namorar com ele. Fui atrás do Alex. O conheci numa festa, ele tinha namorada e eu também. Mas rolou uma química entre a gente, ficou aquela coisa de olhar. Ficamos nos comunicando pela internet durante seis meses. Ele morava no sul da França e eu em Paris. Não tinha como nos encontrarmos. Alex achava que eu nunca daria bola para ele. Um dia, ele foi para Paris, eu o convidei para mostrar a cidade e foi lá que o peguei (risos).04 Você teve outros amores verdadeiros com o do Alex? Não tive muitos. Antes do Alex, quando ainda estava no Brasil, me apaixonei pelo André, com quem fiquei durante cinco anos lá em Timon (cidade na divisa do Piauí com Maranhão). Com ele cresci como mulher, perdi minha virgindade. Depois dele não tive muitos namoros. Ele foi meu primeiro em tudo.05 As mulheres brasileiras normalmente fazem muito sucesso na Europa... Sou a primeira namorada brasileira do Alex e ele gosta muito de pessoa alegre. No sexo, somos mulheres mais atiradas do que as européias. A mulher francesa não tem a energia que a brasileira tem e nós os deixamos apaixonados. Até agora, Alex caiu na minha armadilha (risos).06 Da onde vem essa sua sofisticação? Vem da minha força de querer mudar. Queria falar bem. Encarei tudo e fui. Conheci na Europa pessoas que me ajudaram. Aprendi muito a escutar, talvez por isso que seja quietinha (risos). Antes eu só falava e não escutava. Fora do Brasil, fui obrigada a escutar as pessoas. Quando cheguei na França, em 2003, morei com uma mulher muito rica. Eu cuidava do filho e da casa dela. Ela era francesíssima, branquinha, muito chique. A ajudava quando tinha jantares e via como ela se comportava. Aprendi a ter postura mas nunca perdendo a essência da Gy.07 Você já negou ter feito programa como prostituta lá fora. Mas chegou a receber proposta para se prostituir? Enfrentei preconceito aqui, não lá. na França, conheci as pessoas certas, tive uma estrela. Nunca recebi propostas de prostituição. Tive homens lindos e ricos que me pediram em casamento, mas nunca quis casar com eles. Prezo a minha liberdade, quero ser feliz com o homem que eu amo e ele pode ser um varredor de rua. Quero uma pessoa trabalhadora. Não é porque o cara tem grana que vou me casar com ele. O que adianta ter grana e não ter felicidade?
Fonte: Paparazzo