Educação

Denúncia foi feita por ex-funcionário da Sefaz demitido no governo Fre

Piauí Hoje

Teresinha

26 de fevereiro de 2009 às 04:02


Nem bem começou a chamada "audiência pública e o corregedor do Conselheiro Nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, já identificou um alto grau de desorganização do setor de precatórios do Tribunal de Justiça do Piauí que será investigado. O corregedor ouviu atento a denúncia do servidor púbico aposentado da Sefaz (Secretaria de Fazenda), Antônio Pereira de Oliveira, 60 anos, que teria sido demitido injustamente por faltar ao trabalho durante o governo de Freitas Neto, em 1992.Antonio Oliveira ganhou indenização que se transformou em precatório (dívida judicial) e por saber que demoraria muito receber o dinheiro foi vender em Brasília, mas terminou vendendo para a Caixa Econômica Federal (CEF), através de um funcionário Gentil, por R$ 65 mil, quando o valor seria de R$ 349 mil. Ele declarou que terminou recebendo apenas R$ 14 mil, está doente, perdendo peso e espera receber o dinheiro do precatório antes de morrer, mas Gentil denunciou que funcionários do Tribunal de Justiça teria rateado o dinheiro. "Eu não acredito no que falou Gentil", declarou Antônio de Oliveira. A professora aposentada da Secretaria Estadual de Educação Maria Moura denunciou na audiência pública que teria que receber em 1993 R$ 42,170 mil de precatório relativo à ganho de ação na Justiça pelo pagamento retroativo dos professores que trabalhavam dois turnos e recebiam apenas por um nas escolas públicas estaduais. Mais de 100 inscritosCem pessoas se inscreveram para prestar queixas contra magistradlos e Justiça do Piauí na inspeção que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) iniciou na quarta-feira, mas elas não estão falando na audiência pública realizada no auditório do Tribunal de Justiça, desde às 10h. As pessoas estão fazendo as queixas para os juízes auxiliares do CNJ em encontros reservados e não abertos para os veículos de comunicação, que estão concentrados na audiência pública. Na audiência pública, o corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dibb, afirmou que os juízes auxiliares do CNJ visitaram os cartórios da Vara da Justiça e a situação deles é preocupante. Já existem 40 inscritos na audiência pública.

Fonte: Meio Norte



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