Educação

Acusados de assassinar defensor público serão julgados

Piauí Hoje

Teresinha

07 de maio de 2008 às 03:05


Os acusados de envolvimento no assassinato do defensor público, João Leite de Brito, 71 anos, ocorrido no dia 15 de setembro de 2006, no Bar Belas Artes, localizado no cruzamento da rua João Cabral com a avenida Campos Sales, na zona Norte de Teresina, deverão ser levados a julgamento pelo Tribunal Popular do Júri ainda neste semestre, uma vez que, está provado que o crime não foi latrocínio. A infomação foi prestada ontem pelo promotor Ubiraci Rocha, da 1a Vara do Júri, afirmando que no último final de semana fez as alegações finais do processo e agora os autos serão entregues aos advogados de defesa e após esse procedimento, caso não aconteça nenhum recurso, o processo estará pronto para ser incluído na pauta de julgamento.O assassinato de João Leite de Brito obteve grande repercussão em Teresina pela forma como fora praticado, como também, pelo reconhecimento à vítima que durante muitos anos foi defensor público, sendo considerado um mestre na técnica de atuar no Tribunal do Júri.O crime foi investigado pelo delegado Riedel Batista, então titular do 1o Distrito e atualmente integrante da Comissão de Combate às Ações do Crime Organizado - Cico. Inicialmente foi investigada a hipótese de tentativa de assalto, depois pistolagem e quando foi desvendado ficou comprovado ter sido um homicídio com interesses financeiros e que a sua filha adotiva e estudante unviersitária Maria Antonieta Veloso Leite de Brito estaria envolvida.No decorrer das investigações foi preso Vanildo Sena Sales Nunes, genro de João Leite de Brito e depois foram presos os demais acusados, dentre eles, Márcio Aurélio Gomes Nunes, o "Diabo Louro", que foi localizado em Pedreiras (MA) e ao prestar depoimento afirmou que iria receber a quantia de R$ 25 mil pela prática criminosa. Em depoimento, ele confessou que disparou contra a vítima e que fez isso a mando de Vanildo Sena e pela universitária Maria Veloso Leite de Brito, que é filha adotiva do defensor. TRAMA - Segundo informações prestadas pelo delegado Riedel Batista, na época do crime, o assassinato começou a ser desvendado logo no dia da morte do defensor. O Vanildo e a Antonieta foram os autores intelectuais, mandantes. O "Diabo Louro" foi à pessoa que executou diretamente disparando um tiro. O Edgar foi a pessoa que pilotou a moto para dar fuga ao Vanildo com promessa de recom

Fonte: Diário do Povo



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