O Hospital Getúlio Vargas (HGV) está solicitando a ampliação de mais três Programas de Residências Médicas nas áreas de Vascular, Aparelho Digestivo e Colo-Proctologia. O anúncio foi feito, nesta segunda-feira (9), durante a visita da Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação (MEC) ao Hospital.
Segundo a coordenadora da Comissão de Residência Médica (Coreme), Joselda Duarte, o HGV já possui sete Programas de Residências Médicas e a previsão é que mais três sejam oferecidos em 2016. Para ela, isso representa um avanço na área do Ensino, Pesquisa e Extensão.
A diretora-geral do HGV, Clara Leal, explica que a Residência Médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação sob a forma de curso de especialização e funciona apenas em instituições de saúde devidamente equipadas com tecnologia adequada e que contenham profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional com capacitação avançada em ensino e pesquisa.
A normatização dos Programas de Residências Médicas (PRM) foi instituída pelo Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977, quando, na época, foi criada a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), órgão federal ligado ao Ministério da Saúde (MS).
Os programas têm duração de 2 a 3 anos e a seleção se faz por meio de um processo público coordenado pela Comissão de Residência Médica do HGV (Coreme). O Hospital possui 270 médicos, sendo 54 preceptores, a maioria médicos do próprio hospital.
Álvaro Mota é procurador do Estado, advogado e presidente do Instituto dos Advogados Piauienses (IAP). Na área acadêmica, atua como professor, sendo mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito (UFPE) e doutor em Direito Administrativo (PUC-SP).