Por Deusval Lacerda de Moraes
Só uma vez na história o Brasil não passou por bobo no cenário internacional, foi no governo Lula quando o Itamaraty mirou mais a política externa nos países em desenvolvimento das Américas, África e Oriente Médio. No cone Norte, ou seja, com as nações desenvolvidas, sentou-se soberanamente com os países europeus e não rendeu-se aos Estados Unidos da América.
Após o golpe parlamentar-constitucional-judicial de 2016, em que se estuprou o Estado Democrático de Direito do País, foi tratado novamente como pária pela comunidade mundial.
Entretanto, ocorrendo o desastre do “Coiso” ser presidente da República vai servir de piada em todos os rincões do Planeta e nenhuma economia sólida vai acreditar que haverá lucidez na economia brasileira, o que se redundará no caos democrático, institucional, administrativo, econômico, social, moral, cultural e educacional que comprometerá as gerações por muito tempo.
E culpa de quem? Dos bobalhões pátrios que, por influência da elite, da direita e do patronato midiático, juntamente com as igrejas evangélicos, levarão a Nação ao afundamento.
Se tiver a desdita do “Coiso” acontecer, logo descobrirão da arapuca que caíram e, como ocorreu com Aécio Neves e com Michel Temer, vão se apresentar mais uma vez envergonhados e cinicamente escondidos no sorriso amarelo e cara no chão.
Assim, ainda há chance de a maioria dos brasileiros agir com compromisso com o País, não deixando seduzir-se pelo conto do vigário e evitar o Brasil cair na armadilha dos mandonistas de antanho que sempre levaram a Nação ao precipício para, como urubus, sugarem até o tutano. Dito isto, Fernando Hadadd neles!
Deusval Lacerda é natural de São João do Piauí. É economista e advogado.