Quem já foi o Brasil. Se até há pouco projetava-se para ser um País pujante, forte, que poderia, em todos os campos, ser um potência mundial, agora, depois do golpe parlamentar-constitucional-judicial, está na berlinda e apreciado na Câmara dos Deputados se entregava o presidente golpista para as garras da Justiça ou se o permitia, juntamente com a sua corriola, continuar aprontando contra o povo e a Pátria.
Um País que pretende chegar ao pedestal do desenvolvimento não pode ter governo com suspeitos, inábeis, desmoralizados e denunciados, como o governo ilegítimo de Michel Temer, que tem sido apontado de cometer delitos, e também agora por corrupção passiva do seu titular pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Ademais, as suas práticas são as mais inapropriadas possíveis, pois se utiliza da máquina pública para manter o poder, gasta dinheiro para obter o apoio dos congressistas, através da liberação das emendas parlamentares, depois cobra a conta dos barnabés brasileiros.
É, pois, um governo injusto e insano. Injusto, porque, ao contrário de Robin Hood, tira dos pobres para dar aos ricos. Insano, porque não tem a mínima noção do mal que está causando ao Brasil e a seu povo, quando, prepotentemente, acha que está fazendo o bem a todos.
Era inimaginável o Brasil, nesta fase da sua história, ainda passar por terrível revertério como o dano que a sua elite política armou e vem fazendo à Nação. E o pior é que o estrago que ela está impingindo a todos não pode mais recuar para não assumir propriamente a culpa e ficar marcada como um bando de iconoclastas, celerados e inconsequentes.
O governo dos golpistas não tomou um única medida que se possa avalizar como gesto a favor da coletividade. São medidas unicamente para repor à direita os ganhos à custa da pobreza da Nação. Ou Melhor, para parcela dos brasileiros ficar à mercê dos interesses exploratórios do trabalho em benefício do conservadorismo nacional, como ocorria até 2002. Ano da redenção dos desarvorados da sorte do Brasil.
Conclui-se, assim, que, governo legítimo, eficaz, comprometido e desenvolvimentista quando vai julgado são pelos seus feitos nobilitante se edificantes para a Nação, e não pelos malfeitos, que são acusados de práticas criminosas contra a população e o seu conjunto de valores que se consubstancia na essência da nacionalidade.
Por Deusval Lacerda de Moraes
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