Política

Decisão do STF

STF mantém prisão do deputado Thiago Rangel, por corrupção no Rio de Janeiro

Decisão impede que Alerj revise prisão do deputado estadual investigado por fraudes.

Teresinha

07 de maio de 2026 às 15:07 ▪ Atualizado há 1 hora

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  • A Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, manter a prisão do deputado estadual Thiago Rangel.
  • A decisão foi liderada pelo ministro Alexandre de Moraes e acompanhada por outros ministros da Turma.
  • A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro está impedida de revisar a prisão, conforme decisão do STF.
  • Rangel foi preso durante a quarta fase da Operação Unha e Carne, que investiga fraudes em contratos públicos.
  • O STF considerou a regra de revisão de prisão pela Alerj inadequada e não proporcional para o caso.
  • A defesa de Rangel nega qualquer ato ilícito e afirma que ele colaborará com as investigações.

STF mantém prisão do deputado Thiago Rangel, por corrupção no Rio de Janeiro

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve por unanimidade a decisão do ministro Alexandre de Moraes para manter a prisão do deputado estadual Thiago Rangel (Avante), nesta quinta-feira (7).

Além de Moraes, os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia votaram pela continuidade da detenção.

A decisão também impede que a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) revise a prisão de Rangel, seguindo o entendimento de Moraes.

Na última terça-feira (5), Rangel foi preso na quarta fase da Operação Unha e Carne da Polícia Federal, que investiga fraudes em contratos de compras para a Secretaria de Educação do estado.

Conforme a Constituição do Estado do Rio de Janeiro, a Alerj tem 24 horas para decidir sobre a prisão de um deputado, mas Moraes argumentou que a regra não se aplica automaticamente, considerando-a "inadequada e não proporcional" ao caso.

[A medida] tem sua natureza desvirtuada para a perpetuação de impunidade de verdadeiras organizações criminosas infiltradas no seio do Poder Público.

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Em nota, a defesa de Thiago Rangel negou qualquer ato ilícito e afirmou que ele colaborará com as investigações. "Qualquer conclusão antecipada é indevida antes do conhecimento integral dos elementos que fundamentaram a medida."

Fonte: Agência Brasil



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