EM OBRAS
Redação
20 de abril de 2026 às 17:23 ▪ Atualizado há 4 horas
O conserto definitivo da cratera que se abriu no acostamento da BR-343, entre Buriti dos Lopes e Parnaíba, deve ficar pronto em até 25 dias. O prazo foi informado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) nesta segunda-feira. De acordo com nota divulgada pela Polícia Rodoviária Federal, não há registro de incidentes.
Equipes técnicas do DNIT já realizaram a limpeza do material que se soltou e seguem atuando no local. No momento, os trabalhos concentram-se no escoramento do bueiro para garantir a segurança dos operários e permitir o avanço dos serviços de recuperação.
Enquanto o serviço não é concluído, a rodovia segue operando com meia pista e restrições para veículos pesados. Carros de passeio já trafegam normalmente nos dois sentidos, mas com redução de velocidade e passagem alternada no ponto da cratera, onde há sinalização e controle de fluxo. Já os veículos de carga, como caminhões e carretas, continuam proibidos de passar pelo trecho danificado. O peso desses veículos poderia piorar a estrutura e causar um novo bloqueio total.

Para quem vai de Teresina para Parnaíba, o acesso alternativo pode ser feito pelo km 81, na estrada em direção a Cocal de Estação, ou pelo km 60, em Buriti dos Lopes, entrando à direita para a estrada de Bom Princípio. O retorno à BR-343 ocorre no KM 35, próximo à unidade operacional da Polícia Rodoviária Federal. No sentido contrário, para quem sai de Parnaíba com destino a Teresina, os veículos de carga são direcionados a acessar a estrada de Bom Princípio. Em todo o trajeto, há apoio do Dnit.
A força das chuvas rompeu um bueiro, derrubando parte do acostamento e formando a cratera. O superintendente do DNIT, Ribamar Bastos, já havia explicado que a interdição total durante a madrugada foi por precaução. Agora, com o prazo de até 15 dias para a conclusão do reparo, as equipes seguem trabalhando no local para garantir a segurança dos motoristas. A recomendação é que todos respeitem a sinalização e, no caso dos caminhoneiros, sigam os desvios indicados.
Fonte: DNIT/PRF
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