A situação do Hospital de Urgência de Teresina Prof. Zenon Rocha (HUT, o maior hospital de urgência e emergência do Piauí, chegou a um nível insustentável. Essa é a visão da vereadora Teresa Britto, que visitou a unidade de saúde na última terça-feira (7), constatou diversas irregularidades e vai propor uma audiência pública para que Prefeitura de Teresina e Governo do Estado resolvam os problemas.
Segundo Teresa Britto, o hospital apresenta irregularidades graves, que podem colocar em risco a vida de pacientes, trabalhadores e visitantes. “Com o início das obras de reforma do HUT, verificamos falta de climatização, superlotação e muitas queixas dos servidores. Há irregularidades tanto no serviço de UTI como no controle de infecção hospitalar. Inadmissível”, diz a vereadora.
Teresa diz que o Governo do Estado também tem responsabilidade nesta situação, visto que o Hospital Getúlio Vargas não dá o suporte necessário para desafogar o HUT.
“A queixa maior que ouvi foi sobre a lotação e falta de climatização. Mas é preciso entender que todo o sistema é deficiente porque os hospitais de retaguarda, como o Hospital Getúlio Vargas (HGV) e Hospital Universitário (HU), não estão atendendo a demanda gerada pelo HUT, que faz, sozinho, o atendimento de urgência e emergência”, diz a parlamentar.
Teresa explica que a audiência também servirá para debater o convênio entre a Prefeitura de Teresina e hospitais particulares que atendem pelo Sistema Único de Saúde, como os hospitais São Marcos e São Paulo. Para Teresa, estas unidades de saúde precisam melhorar o apoio ao HUT, ampliando o número de atendimentos.
De acordo com o diretor clínico do HUT, Fábio Marcos Sousa, boa parte da lotação do hospital se dá em razão da transferência de pacientes oriundos de municípios do interior do Piauí. “O que temos, na verdade, é a rede municipal de saúde de Teresina suprindo as deficiências de todo o Estado”, explica.
Ainda não há data definida para a realização da audiência da Câmara Municipal de Teresina.
Segundo Teresa Britto, o hospital apresenta irregularidades graves, que podem colocar em risco a vida de pacientes, trabalhadores e visitantes. “Com o início das obras de reforma do HUT, verificamos falta de climatização, superlotação e muitas queixas dos servidores. Há irregularidades tanto no serviço de UTI como no controle de infecção hospitalar. Inadmissível”, diz a vereadora.
Teresa diz que o Governo do Estado também tem responsabilidade nesta situação, visto que o Hospital Getúlio Vargas não dá o suporte necessário para desafogar o HUT.
“A queixa maior que ouvi foi sobre a lotação e falta de climatização. Mas é preciso entender que todo o sistema é deficiente porque os hospitais de retaguarda, como o Hospital Getúlio Vargas (HGV) e Hospital Universitário (HU), não estão atendendo a demanda gerada pelo HUT, que faz, sozinho, o atendimento de urgência e emergência”, diz a parlamentar.
Teresa explica que a audiência também servirá para debater o convênio entre a Prefeitura de Teresina e hospitais particulares que atendem pelo Sistema Único de Saúde, como os hospitais São Marcos e São Paulo. Para Teresa, estas unidades de saúde precisam melhorar o apoio ao HUT, ampliando o número de atendimentos.
De acordo com o diretor clínico do HUT, Fábio Marcos Sousa, boa parte da lotação do hospital se dá em razão da transferência de pacientes oriundos de municípios do interior do Piauí. “O que temos, na verdade, é a rede municipal de saúde de Teresina suprindo as deficiências de todo o Estado”, explica.
Ainda não há data definida para a realização da audiência da Câmara Municipal de Teresina.