O que você já fez para evitar que uma criança nasça com sequelas provocadas por "um mosquitinho à toa", o aedes aegypti, criado no jarro da sua plantinha, no copinho descartável de café, na tampinha de refrigerante jogada na rua? Você fez essa pergunta ao seu vizinho? É bom se questionar e também as pessoas próximas sobre a necessidade da participação de todos na erradicação do mosquito, pois outras doenças mais graves começam a ser diagnosticadas, como a Síndrome de Guillain-Barré, que quando não aleja, mata. Exagero? Pode até ser, mas há casos registrados de morte por Guillain-Barré.
Apesar de ainda ser o último estado do Nordeste em número de casos registrados de microcefalia, relacionados à infecção por Zika vírus, o Piauí quase dobrou os registros da doença em menos de duas semanas. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado ontem (22), contabilizou 51 casos de microcefalia, com um óbito suspeito, contra pouco mais de 27 há duas semanas.
Nesta quarta-feira, antevéspera de Natal, a Secretaria de Estado da Saúde faz um mutirão de limpeza no Centro Administrativo, em Teresina, onde funcionam vários órgãos da administração estadual. O objetivo é identificar possíveis criadouros do aedes aegypti, transmissor da zika, dengue, chikungunya.
A Saúde conta com 3 mil agentes de endemias combatendo o mosquito em todo o Piauí. O Ministério da Saúde vai repassar recursos suficientes para pagar 1.173 agentes.
Outros 150 solados e oficiais do 2º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC) estão sendo treinados pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e também vão entrar na “guerra” contra o aedes aegypti.
O Ministério da Saúde colocou a disposição 266 mil agentes comunitários de saúde e outros 44 mil agentes de endemias para atuarem no monitoramento dos focos, erradicação de criadouros e controle efetivo do aedes aegypti.
O Brasil contabilizou 2.782 casos suspeitos de microcefalia em 2015, com 40 mortes, até 19 de dezembro, em 618 municípios onde foram constatada infecção de microcefalia pelo Zika vírus.
Apesar de ainda ser o último estado do Nordeste em número de casos registrados de microcefalia, relacionados à infecção por Zika vírus, o Piauí quase dobrou os registros da doença em menos de duas semanas. O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado ontem (22), contabilizou 51 casos de microcefalia, com um óbito suspeito, contra pouco mais de 27 há duas semanas.
Nesta quarta-feira, antevéspera de Natal, a Secretaria de Estado da Saúde faz um mutirão de limpeza no Centro Administrativo, em Teresina, onde funcionam vários órgãos da administração estadual. O objetivo é identificar possíveis criadouros do aedes aegypti, transmissor da zika, dengue, chikungunya.
A Saúde conta com 3 mil agentes de endemias combatendo o mosquito em todo o Piauí. O Ministério da Saúde vai repassar recursos suficientes para pagar 1.173 agentes.
Outros 150 solados e oficiais do 2º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC) estão sendo treinados pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e também vão entrar na “guerra” contra o aedes aegypti.
O Ministério da Saúde colocou a disposição 266 mil agentes comunitários de saúde e outros 44 mil agentes de endemias para atuarem no monitoramento dos focos, erradicação de criadouros e controle efetivo do aedes aegypti.
O Brasil contabilizou 2.782 casos suspeitos de microcefalia em 2015, com 40 mortes, até 19 de dezembro, em 618 municípios onde foram constatada infecção de microcefalia pelo Zika vírus.