O deputado Robert Rios (PDT) criticou entrevista do líder do PMDB na Assembleia, João Madison, ao programa de Amadeu Campos, onde ele disse que há 70% de chances de o partido indicar os vices para prefeito da capital e para governador, na chapa de Wellington Dias, este último na pessoa do presidente da Assembleia, deputado Themístocles Filho (PMDB). Robert Rios afirmou que na eleição passada fizeram tudo para que ele apoiasse o candidato Elmano Ferrer, mas sua preferência foi por Firmino Filho.
Rememorando fatos que ocorreram antes da última eleição estadual, Robert Rios disse que foi chamado por João Madison para almoçar com o vice-governador Zé Filho, e que naquele momento disse a ele que Madison iria aplaudir Wellington Dias, caso ele ganhasse. Ele lembrou também de uma reunião para pressionar Marcelo Castro. Disse que o mesmo PMDB foi à casa de Zé Filho, sugerir que ele fosse o candidato, só pensando em fazer a campanha de deputados apoiados pelo governo. "Os que traíram Marcelo Castro hoje o aplaudem, só porque ele é ministro da Saúde. O PMDB é o último a entrar no ônibus, mas quer se sentar na janela da frente" – concluiu Robert Rios.
O deputado Severo Eulálio (PMDB) disse que esteve sempre ao lado do deputado Marcelo Castro. Sobre Teresina, ele disse que o partido votou em Elmano Ferrer e está na oposição. No caso da entrevista de João Madison ele disse ter gravado a mesma, ouvindo-a várias vezes. Ele citou a deputada Juliana Moraes Souza (PMDB) como tendo dito que o PMDB conspirou contra a candidatura do seu marido.
O deputado João Madison ofereceu um aparte para dizer que não disse o que o orador estava afirmando. Ele deve estar com problema de surdez ou falta de memória. Apenas disse que em caso de haver alianças para as eleições estadual e municipais o PMDB ficaria com os vices.
Em aparte, o deputado Luciano Nunes (PSDB) enalteceu a atuação decisiva do colega Robert Rios na campanha de Firmino Filho. Quanto ao PMDB, ele disse achar muito cedo para se falar em eleição, pois a municipal só começa a ser tratada em julho do próximo ano e a estadual somente em 2018.
Robert Rios concluiu seu discurso afirmando que embora não seja mais candidato, continuará sua linha de atuação, criticando o governo, mas sem ofender a pessoa do governador, "pois ele foi eleito para governar e eu para fazer oposição" – frisou.
Rememorando fatos que ocorreram antes da última eleição estadual, Robert Rios disse que foi chamado por João Madison para almoçar com o vice-governador Zé Filho, e que naquele momento disse a ele que Madison iria aplaudir Wellington Dias, caso ele ganhasse. Ele lembrou também de uma reunião para pressionar Marcelo Castro. Disse que o mesmo PMDB foi à casa de Zé Filho, sugerir que ele fosse o candidato, só pensando em fazer a campanha de deputados apoiados pelo governo. "Os que traíram Marcelo Castro hoje o aplaudem, só porque ele é ministro da Saúde. O PMDB é o último a entrar no ônibus, mas quer se sentar na janela da frente" – concluiu Robert Rios.
O deputado Severo Eulálio (PMDB) disse que esteve sempre ao lado do deputado Marcelo Castro. Sobre Teresina, ele disse que o partido votou em Elmano Ferrer e está na oposição. No caso da entrevista de João Madison ele disse ter gravado a mesma, ouvindo-a várias vezes. Ele citou a deputada Juliana Moraes Souza (PMDB) como tendo dito que o PMDB conspirou contra a candidatura do seu marido.
O deputado João Madison ofereceu um aparte para dizer que não disse o que o orador estava afirmando. Ele deve estar com problema de surdez ou falta de memória. Apenas disse que em caso de haver alianças para as eleições estadual e municipais o PMDB ficaria com os vices.
Em aparte, o deputado Luciano Nunes (PSDB) enalteceu a atuação decisiva do colega Robert Rios na campanha de Firmino Filho. Quanto ao PMDB, ele disse achar muito cedo para se falar em eleição, pois a municipal só começa a ser tratada em julho do próximo ano e a estadual somente em 2018.
Robert Rios concluiu seu discurso afirmando que embora não seja mais candidato, continuará sua linha de atuação, criticando o governo, mas sem ofender a pessoa do governador, "pois ele foi eleito para governar e eu para fazer oposição" – frisou.