Regina Sousa elogia Campanha da Fraternidade e reafirma necessidade de
Regina Sousa elogia campanha fraternidade
Senadora Regina Sousa (PT)
Regina Sousa destacou dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico que mostram que pouco mais de 82% da população brasileira têm acesso à água tratada. “O abastecimento de água potável, o esgoto sanitário, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos, o controle de meios transmissores de doenças e a drenagem de águas pluviais são medidas necessárias para que todas as pessoas possam ter saúde e vida dignas. Por isso, há que se ter em mente que “justiça ambiental” é parte integrante da “justiça social”, afirmou a senadora piauiense.
A senadora disse ainda que um grande desafio para o Brasil é reduzir drasticamente a produção de lixo. “Cada brasileiro gera em média 1 quilo de resíduos sólidos diariamente. As 13 maiores cidades do país são responsáveis por 31,9% de todos os resíduos sólidos no ambiente urbano brasileiro”, destacou.
Outro dado alarmante, segundo a parlamentar, é que apenas 42% das moradias rurais no Brasil dispõem de água canalizada para uso doméstico. Os outros 58% usam água de outras fontes, porém, sem nenhum tipo de tratamento. “Muitas habitações rurais são tão precárias que sequer dispõem de banheiros ou fossas. Somente 5,2% dos domicílios rurais possui coleta de esgoto ligado à rede geral e 28% possuem fossa séptica. Precisamos avançar muito”.
Para a senadora, falar em “Casa comum, nossa responsabilidade”, “é transferir a responsabilidade para todos. O mundo é a nossa casa. O que acontece no meu quintal interfere na vida da minha comunidade e até no mundo. A luta contra o mosquito Aedes aegypti está aí para nos confirmar isso”.
“As responsabilidades são coletivas, porém diferenciadas: cabe ao poder público realizar as obras de infraestrutura, implementar o Plano Municipal de Saneamento Básico, garantir a limpeza do espaço público e fazer a coleta seletiva do lixo. E a nós, cidadãos, a tarefa de não jogar lixo nas ruas e zelar pelos espaços coletivos”, concluiu.