O presidente do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), cobrou nesta quinta-feira (14) velocidade no processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Araújo afirmou que o processo manterá seus rumos, independentemente da votação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, a ser votado no domingo (17) pelos deputados federais.
"Seja qual for o resultado [da votação do processo de impeachment], não vai mudar a vontade, não vai mudar este conselho. Este conselho vai continuar trabalhando para fazer o seu trabalho", afirmou Araújo durante a reunião do conselho.
Em seu discurso de abertura da reunião, Araújo criticou as manobras realizadas por aliados de Cunha para retardar o processo de cassação do peemedebista.
"O Conselho de Ética fica à mercê da boa vontade do presidente desta casa", disse Araújo. "Todos os empecilhos possíveis e imagináveis foram feitos, e a imprensa é testemunha disso. Os deputados são testemunha disso. É lamentável que isso aconteça, que este Conselho tenha sido obrigado a trabalhar desta forma", acrescentou. "Vamos chegar ao fim desta batalha."
Primeiro relator deixou conselho
Ontem, o primeiro relator do processo de cassação de Cunha, o deputado Fausto Pinato (PP-SP), anunciou sua renúncia à vaga no Conselho de Ética. Pinato alegou não se sentir à vontade na vaga, que cabe ao PRB. O deputado foi substituído no grupo por Tia Eron (PRB-BA).
O processo de cassação de Eduardo Cunha está em fase de recolhimento de provas. Em seguida, o relator Marcos Rogério (DEM-RO) elaborará um novo parecer. Para o presidente do Conselho, o processo deve ir até o final, independente de manobras de Cunha.
"Eu sou o presidente do Conselho pela terceira vez. Nunca passei situação semelhante", afirmou José Carlos Araújo. "Pressão não me mete medo. Nós vamos concluir o trabalho, aconteça o que acontecer", emendou.
Araújo afirmou que o processo manterá seus rumos, independentemente da votação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, a ser votado no domingo (17) pelos deputados federais.
"Seja qual for o resultado [da votação do processo de impeachment], não vai mudar a vontade, não vai mudar este conselho. Este conselho vai continuar trabalhando para fazer o seu trabalho", afirmou Araújo durante a reunião do conselho.
Em seu discurso de abertura da reunião, Araújo criticou as manobras realizadas por aliados de Cunha para retardar o processo de cassação do peemedebista.
"O Conselho de Ética fica à mercê da boa vontade do presidente desta casa", disse Araújo. "Todos os empecilhos possíveis e imagináveis foram feitos, e a imprensa é testemunha disso. Os deputados são testemunha disso. É lamentável que isso aconteça, que este Conselho tenha sido obrigado a trabalhar desta forma", acrescentou. "Vamos chegar ao fim desta batalha."
Primeiro relator deixou conselho
Ontem, o primeiro relator do processo de cassação de Cunha, o deputado Fausto Pinato (PP-SP), anunciou sua renúncia à vaga no Conselho de Ética. Pinato alegou não se sentir à vontade na vaga, que cabe ao PRB. O deputado foi substituído no grupo por Tia Eron (PRB-BA).
O processo de cassação de Eduardo Cunha está em fase de recolhimento de provas. Em seguida, o relator Marcos Rogério (DEM-RO) elaborará um novo parecer. Para o presidente do Conselho, o processo deve ir até o final, independente de manobras de Cunha.
"Eu sou o presidente do Conselho pela terceira vez. Nunca passei situação semelhante", afirmou José Carlos Araújo. "Pressão não me mete medo. Nós vamos concluir o trabalho, aconteça o que acontecer", emendou.