A deputada Flora Izabel (PT) considerou estranha a defesa acirrada do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), feita hoje (20) da tribuna da Assembleia Legislativa, pelo deputado Robert Rios (PDT). Flora Izabel reclama que há parcialidade, dois pesos e duas medidas.
A deputada lembra que todos os dias o Piauí assiste a discursos inflamados pregando a renúncia, a saída da presidente Dilma, contra a qual não há uma denúncia, nenhuma prova, e hoje, para sua surpresa, a defesa acalorada de um político denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro. A ação contra Eduardo Cunha, que deve ser protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) até sexta-feira (21) pela Procuradoria Geral da República, tem aproximadamente 80 páginas.
“Ele passou a agir contra o governo porque queria a proteção da presidente Dilma. Ora, a presidente não defende impunidade nem para os companheiros de partido que cometeram atos ilícitos”, lembrou Flora Izabel.
A deputada lembra que todos os dias o Piauí assiste a discursos inflamados pregando a renúncia, a saída da presidente Dilma, contra a qual não há uma denúncia, nenhuma prova, e hoje, para sua surpresa, a defesa acalorada de um político denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro. A ação contra Eduardo Cunha, que deve ser protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) até sexta-feira (21) pela Procuradoria Geral da República, tem aproximadamente 80 páginas.
“Ele passou a agir contra o governo porque queria a proteção da presidente Dilma. Ora, a presidente não defende impunidade nem para os companheiros de partido que cometeram atos ilícitos”, lembrou Flora Izabel.