O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi levado de casa na manhã desta sexta-feira (4), de São Bernardo do Campo para o Aeroporto de Congonhas, em um carro descaracterizado da Polícia Federal, por volta das 8h desta sexta-feira (4). Lula é um dos alvos dos 11 mandados de condução coercitiva – quando não há prisão, apenas a condução do depoente para se pronunciar em processo. Lula permanece depondo no aeroporto.
Foram expedidos pela 44 mandados judiciais, sendo 33 de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva no Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo, São Bernardo do Campo, Atibaia, Guarujá, Diadema, Santo André e Manduri (SP).
A PF cumpre mandados de busca e apreensão na casa do ex-presidente Lula, na casa e empresa dos filhos de Lula e no sítio em Atibaia.
Duzentos policiais federais e 30 auditores da Receita Federal participam da ação, que foi batizada de “Aletheia”. O termo é uma referência à expressão grega que significa “busca da verdade”.
Em São Bernardo do Campo, manifestantes pró e contra Lula entraram em confronto em frente à casa do ex-presidente
O Ministério Público Federal justifica a ação como necessária para aprofundar a investigação de possíveis crimes de corrupção e lavagem de dinheiro oriundo de desvios da Petrobras.
O Instituto Lula avaliou a ação da PF como "arbitrária, ilegal e injustificável". "A violência praticada hoje (4/3) contra o ex-presidente Lula e sua família, contra o Instituto Lula, a ex-deputada Clara Ant e outros cidadãos ligados ao ex-presidente, é uma agressão ao estado de direito que atinge toda sociedade brasileira. A ação da chamada Força Tarefa da Lava Jato é arbitrária, ilegal, e injustificável, além de constituir grave afronta ao Supremo Tribunal Federal", diz o texto da nota. O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, também foi conduzido a depor na Polícia Federal.
Foram expedidos pela 44 mandados judiciais, sendo 33 de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva no Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo, São Bernardo do Campo, Atibaia, Guarujá, Diadema, Santo André e Manduri (SP).
A PF cumpre mandados de busca e apreensão na casa do ex-presidente Lula, na casa e empresa dos filhos de Lula e no sítio em Atibaia.
Duzentos policiais federais e 30 auditores da Receita Federal participam da ação, que foi batizada de “Aletheia”. O termo é uma referência à expressão grega que significa “busca da verdade”.
Em São Bernardo do Campo, manifestantes pró e contra Lula entraram em confronto em frente à casa do ex-presidente
O Ministério Público Federal justifica a ação como necessária para aprofundar a investigação de possíveis crimes de corrupção e lavagem de dinheiro oriundo de desvios da Petrobras.
O Instituto Lula avaliou a ação da PF como "arbitrária, ilegal e injustificável". "A violência praticada hoje (4/3) contra o ex-presidente Lula e sua família, contra o Instituto Lula, a ex-deputada Clara Ant e outros cidadãos ligados ao ex-presidente, é uma agressão ao estado de direito que atinge toda sociedade brasileira. A ação da chamada Força Tarefa da Lava Jato é arbitrária, ilegal, e injustificável, além de constituir grave afronta ao Supremo Tribunal Federal", diz o texto da nota. O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, também foi conduzido a depor na Polícia Federal.