Os advogados de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, desmentiram reportagem desta sexta-feria, 3, do jornal O Globo, que afirma que ele teria recebido repasse de R$ 300 mil a pedido do grupo Caoa.
Os advogados Cristiano Zanin e Roberto Teixeira classificaram a reportagem como "mais uma prova da campanha difamatória que o jornal e as Organizações Globo promovem contra Fábio Luis Lula da Silva e seus familiares". "Em relação ao pagamento — e não repasse — feito à empresa Gamecorp, da qual Fábio é acionista indireto, já foi esclarecido ao jornal que o valor está vinculado à inserção publicitária contratada por agência de publicidade que prestava serviços ao Grupo CAOA", afirmaram os advogados em nota.
"É lamentável que o jornal "O Globo", que ainda responde perante o CADE por prática anticoncorrencial no mercado de publicidade, use suas páginas para atacar terceiros que atuam dentro da lei", acrescentaram Zanin e Teixeira.
Leia na íntegra a nota:
"Nota
A reportagem "Verba para empresa de Lulinha" veiculada hoje (03.06.2016) por "O Globo" é mais uma prova da campanha difamatória que o jornal e as Organizações Globo promovem contra Fábio Luis Lula da Silva e seus familiares.
O jornalista Renato Onofre, embora tenha colocado Fábio Luis no centro da reportagem, tratou de temas absolutamente estranhos a ele.
Em relação ao pagamento — e não repasse — feito à empresa Gamecorp, da qual Fábio é acionista indireto, já foi esclarecido ao jornal que o valor está vinculado à inserção publicitária contratada por agência de publicidade que prestava serviços ao Grupo CAOA.
Quem deve esclarecimentos à sociedade por questões relacionadas à inserções publicitárias não é Fábio Luis ou a Gamecorp, que sempre agiram dentro da mais absoluta legalidade, mas, sim, a Infloglobo Comunicação e Participações S/A, que edita o jornal "O Globo" e outros veículos das Organizações Globo. A Infoglobo teve que celebrar com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE em 2013 Termo de Cessação de Prática (TCC) pela prática anticoncorrencial na captação de anúncios publicitários (Requerimento nº 08700.005399/2012-81).
É lamentável que o jornal "O Globo", que ainda responde perante o CADE por prática anticoncorrencial no mercado de publicidade, use suas páginas para atacar terceiros que atuam dentro da lei.
Os advogados Cristiano Zanin e Roberto Teixeira classificaram a reportagem como "mais uma prova da campanha difamatória que o jornal e as Organizações Globo promovem contra Fábio Luis Lula da Silva e seus familiares". "Em relação ao pagamento — e não repasse — feito à empresa Gamecorp, da qual Fábio é acionista indireto, já foi esclarecido ao jornal que o valor está vinculado à inserção publicitária contratada por agência de publicidade que prestava serviços ao Grupo CAOA", afirmaram os advogados em nota.
"É lamentável que o jornal "O Globo", que ainda responde perante o CADE por prática anticoncorrencial no mercado de publicidade, use suas páginas para atacar terceiros que atuam dentro da lei", acrescentaram Zanin e Teixeira.
Leia na íntegra a nota:
"Nota
A reportagem "Verba para empresa de Lulinha" veiculada hoje (03.06.2016) por "O Globo" é mais uma prova da campanha difamatória que o jornal e as Organizações Globo promovem contra Fábio Luis Lula da Silva e seus familiares.
O jornalista Renato Onofre, embora tenha colocado Fábio Luis no centro da reportagem, tratou de temas absolutamente estranhos a ele.
Em relação ao pagamento — e não repasse — feito à empresa Gamecorp, da qual Fábio é acionista indireto, já foi esclarecido ao jornal que o valor está vinculado à inserção publicitária contratada por agência de publicidade que prestava serviços ao Grupo CAOA.
Quem deve esclarecimentos à sociedade por questões relacionadas à inserções publicitárias não é Fábio Luis ou a Gamecorp, que sempre agiram dentro da mais absoluta legalidade, mas, sim, a Infloglobo Comunicação e Participações S/A, que edita o jornal "O Globo" e outros veículos das Organizações Globo. A Infoglobo teve que celebrar com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE em 2013 Termo de Cessação de Prática (TCC) pela prática anticoncorrencial na captação de anúncios publicitários (Requerimento nº 08700.005399/2012-81).
É lamentável que o jornal "O Globo", que ainda responde perante o CADE por prática anticoncorrencial no mercado de publicidade, use suas páginas para atacar terceiros que atuam dentro da lei.