Câmara Federal aprovou na sexta-feira (19), uma medida provisória que permite que o uso emergencial da vacina contra o coronavírus seja chancelado pelas agências reguladoras desde que a vacina já tenha sido aprovada por órgãos de outros países, como FDA (Estados Unidos), EMA (União Europeia), PMDA (Japão), NMPA (China), HC (Canadá), MHRA (Reino Unido), KDCA (Coreia do Sul) e pelo Ministério da Saúde da Rússia.
“Os parlamentares demonstraram compromisso com a vida e, com esta aprovação, garantem ao Brasil variadas alternativas de agências reguladoras, garante uma prioridade para a produção de vacinas no Brasil, como a astrazeneca, a coronavac e a sputinik. Podemos produzir até 80 milhões de doses por mês dentro do Brasil”, afirmou o governador Wellington Dias.
Sobre a prorrogação do estado de calamidade, Wellington Dias, junto com outros governantes formalizaram e enviaram ao presidente Jair Bolsonaro um ofício solicitando que o Governo Federal prorrogue por mais seis meses.
O governador ainda ressalta que apesar do avanço, a prorrogação da situação de calamidade no Brasil ainda é uma necessidade. “Nós governadores de diversas regiões solicitamos, tanto ao Congresso Nacional quanto ao presidente da República, a prorrogação da situação de calamidade no Brasil porque é uma realidade”, disse.
Com a medida aprovada, a Fiocruz produzirá 15 milhões de doses da vacina astrazeneca até 21 de janeiro. Já o Instituto Butantã irá produzir 9 milhões de doses da vacina coronavac até 20 de janeiro, podendo chegar a até 20 milhões de doses em janeiro e 30 milhões a partir de fevereiro. E a União Química produzirá 6 milhões de doses da vacina sputinik em janeiro, podendo hegar a 20 milhões de doses a partir de fevereiro.