Marco Antônio foi morto por conhecer assaltante, revela suspeito

Delegacia de Timon apresentou hoje um dos suspeitos do crime. Outros dois estão foragidos

A Delegacia de Homicídios de Timon apresentou hoje (19) o suspeito de matar o administrador Marco Antônio Oliveira, que estava desaparecido desde a semana passada. O suspeito, identificado como José de Jesus Pinto Neto, conhecido como "Paizin", deu detalhes sobre o crime.

O suspeito disse que Marco Antônio foi morto porque conhecia um dos assaltantes, que seria um adolescente. O preso disse ainda que Marco estava passando na BR 316 por volta de 14h30, quando abordou um dos adolescentes, que seria conhecido. Ele disse ainda que entraram no carro da vítima e foram até um bar.

O preso revelou ainda que, lá, decidiram levar Marco para um lugar mais isolado, onde anunciaram o assalto e assassinaram o empresário. O delegado informou, ainda, que um outro suspeito, identificado como Ricardo Cesar Ferreira Barbosa, de 21 anos, também participou do assassinato da vítima. A prisão deste último suspeito também foi decretada, mas ainda não foi encontrado pela polícia.

A Delegacia do Menor Infrator em Timon está procedendo as invvestigações. O delegado informou que os assaltantes não haviam premeditado o crime e, sim, decidiram fazê-lo no momento em que estavam com a vítima. 

O acusado foi interrogado e confessou sua participação no crime afirmando que a motivação foi para roubar a vítima, sendo subtraído um anel e R$ 50,00.Paizim é tido como foragido da justiça maranhense por ter rompido tornozeleira eletrônica de monitoramento. A polícia já possui a qualificação e fotos dos outros dois envolvidos, sendo um deles adolescente.

O veículo de Marco Antônio Oliveira estava queimado e o corpo fora encontrado cerca de 40 metros do local. De acordo com as investigações, o empresário foi morto por "golpes de gravata" e perfuração de ferro no pescoço. A morte teria acontecido no mesmo dia em que ele desapareceu, dia 04 de junho. 

A investigação teve participação de policiais civis do 2º e 4º DP-Timon e os mandados de prisões foram solicitados pela Delegacia de Homicídios ainda no final de semana ao plantão do Ministério Público e Judiciário.