O vereador Neto do Angelim (Progressistas) enviou nota à imprensa onde esclarece que sua irmã Edilene Bezerra é assistente social, servidora pública e presta assessoria à entidades sociais na elaboração de projetos e não na execução dos mesmos como tem sido anunciado equivocadamente, segundo ele.
Além disso, afirma que "ao contrário do que foi divulgado, Edilene Bezerra não foi detida, está em casa e se encontra a disposição dos órgãos de fiscalização e controle no intuito de colaborar plenamente com a operação policial no esclarecimento dos fatos".
Edilene Bezerra, a advogada e servidora da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Reginalda de Araújo Costa e outra servidora da Secretaria do Meio Ambiente, a contadora Teresinha Alves dos Santos foram alvos nesta terça-feira, 22, da Operação Tertium, deflagrada na manhã de hoje (22) pela Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor), a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão contra servidores públicos e empresários suspeitos de fraude em contratos da Prefeitura de Teresina.
Confira a nota na íntegra:
A assessoria do vereador Neto do Angelim esclarece que Edilene Bezerra é assistente social, servidora pública e presta assessoria à entidades sociais na elaboração de projetos e não na execução dos mesmos.
Ao contrário do que foi divulgado, Edilene Bezerra não foi detida, está em casa e se encontra a disposição dos órgãos de fiscalização e controle no intuito de colaborar plenamente com a operação policial no esclarecimento dos fatos.
Atualizada às 16h07
Durante a Operação Tertium, deflagrada na manhã de hoje (22) pela Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor), a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão contra servidores públicos e empresários suspeitos de fraude em contratos da Prefeitura de Teresina.
Entre os investigados estão Edilene Bezerra, irmã do vereador Neto do Angelim; a advogada e servidora da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Reginalda de Araújo Costa e outra servidora da Secretaria do Meio Ambiente, a contadora Teresinha Alves dos Santos.
A operação mira em servidores públicos, empresários e organizações da sociedade civil (OSCs) que são acusadas de receberem recursos públicos da Prefeitura de Teresina para execução de projetos dos quais elas não possuíam capacidade técnica ou operacional para realizar.
Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que alguns servidores de órgãos da Prefeitura de Teresina tenham facilitado a liberação de valores e ainda se beneficiaram com parte dos repasses.
As organizações Instituto Piauí e Gestão, Conselho Comunitário do Angelim e o Instituto Samara Sena foram alvos dos mandados judiciais. As diligências continuam e a agora a polícia vai ouvir os dirigentes dos institutos para saber como era o funcionamento e identificar se no esquema há pessoas ligadas a políticos.
Não há informações sobre como era a participação dos investigados no esquema criminoso. "Na investigação, a Polícia Civil verificou que apenas uma das organizações, alvo dessa diligência, recebeu da Prefeitura de Teresina mais de R$ 1 milhão somente entre os anos de 2018 a 2020, sem dispor de qualquer capacidade técnica ou operacional", disse trecho da nota divulgada pela Polícia Civil.
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