O corpo encontrado no começo da manhã desta sexta-feira (18) na Rua C, no Distrito Industrial de Teresina, é do travesti Makelly Castro, segundo integrantes do Grupo Piauiense de Transexuais e Travestis. A coordenadora do GPTT, Maria Laura dos Reis, revelou que Makelly fazia programas no Centro de Teresina. O cadáver apresentava sinais de estragulamento.
O cadáver de Makelly Castro foi encontrado quase despido, com uma calcinha vermelha e camisa da mesma cor enrolada no pescoço.
O empresário José Farias foi o primeiro a avistar o corpo em frente à sua propriedade, na Rua C. Ele imediatamente acionou a polícia.
"Vi o corpo estendido no chão e acionei a polícia", disse. A testemunha acredita que o corpo foi desovado no local. "Acredito que ela morreu lá fora e trouxeram pra cá", acrescentou.
Perito da Polícia Civil examinam o corpo de Makelly Castro (Foto: Raoni Barbosa/cidadeverde)
"Soubemos que ela deixou a moto dela em frente à uma boate próximo à praça do Fripisa e saiu com um cliente. Estava desaparecida desde então", acrescentou Maria dos Reis, lamentando mais uma morte brutal cometida contra GLBTTs.O cadáver de Makelly Castro foi encontrado quase despido, com uma calcinha vermelha e camisa da mesma cor enrolada no pescoço.
O empresário José Farias foi o primeiro a avistar o corpo em frente à sua propriedade, na Rua C. Ele imediatamente acionou a polícia.
"Vi o corpo estendido no chão e acionei a polícia", disse. A testemunha acredita que o corpo foi desovado no local. "Acredito que ela morreu lá fora e trouxeram pra cá", acrescentou.
Selfie do travesti Makelly Castro (Foto: Reprodução)