Preso no Piauí e tido como um dos maiores sequestradores do Nordeste, Sebastião Soares da Silva, o “Vovô”, foi ouvido em audiência de instrução e julgamento ontem pela Justiça de Imperatriz no Maranhão sob acusação de ter liderado a quadrilha que seqüestrou uma criança.
A audiência aconteceu na 4ª Vara Criminal, no Fórum Henrique de La Roque dentro do processo sobre o sequestro do menino Pedro Paulo Lemes. Ao todo são oito os envolvidos no caso, sendo que quatro já foram ouvidos e o processo encontra-se na fase final. As três pessoas que fazem outro processo, recentemente desmembrado do processo principal, prestaram depoimento em juízo nesta segunda-feira.
Pela primeira vez Sebastião Soares Silva “ Vovô” , qualificado como líder do sequestro e Maria Alves Sandes da Silva, conhecida como Tina, que estaria cuidando da criança no cativeiro foram ouvidos. Geraldo Humberto da Rocha, que responde em liberdade pela acusação de ter alugado o carro para a fuga de Sebastião, também foi arrolado para prestar depoimento. Sobre o caso ainda estão foragidos: Antônio Luís Martins da Silva e Marlete de Moura Landim, a Marlene.
Sebastião Soares e Maria Alves foram ouvidos pelo juiz da 4ª Vara Criminal, Wellington Sousa Carvalho, a promotora da 3ª Promotoria Criminal, Raquel Alves, e o promotor da 3ª Promotoria de Família, Cassius Guimarães Chaí.
A audiência começou com um atraso de quase uma hora devido Sebastião ter solicitado ao juiz autorização para conversar antes com o advogado nomeado para defende-lo. Ainda foram ouvidos quatro delegados de polícia que participaram das investigações sobre o sequestro, três deles do Maranhão e um do Estado do Tocantins.
O menino Pedro Paulo Lemes, de cinco anos, foi sequestrado de dentro da sua casa, no dia 27 de junho do ano passado e libertado duas semanas depois, no distrito de Cidelândia, na cidade de Palmeirante, no Tocantins. O caso ganhou repercussão nacional na época.
Sebastião, de 60 anos, foi preso na manhã do dia 22 no município de Francisco Macedo, na região de Picos. Contra ele existem mais de 10 mandados de prisão expedidos, sendo procurado em diversos Estados do Brasil inteiro. Ao ser preso ele estava residindo em uma pequena casa situada às margens da barragem de Estreito, na localidade Passagem Funda. O imóvel teria sido adquirido com o dinheiro obtido no resgate do sequestro. “Vô” teria trabalhado para o pai do menino Pedro em Imperatriz. A partir do conhecimento obtido, teria planejado o sequestro. Ele é considerado o líder intelectual do grupo responsável pelo crime.
Segundo a ficha policial, "Vô" tem contra si três acusações de homicídio, sendo um qualificado; tráfico de drogas; dois casos de extorsão, sendo uma mediante sequestro; sequestro e cárcere privado cometido em abril de 2002, pelo qual conseguiu progressão de regime para semi-aberto. Ele foi condenado por dois destes crimes (extorsão e homicídio) somando pena a cumprir de 28 anos e três meses. Os crimes foram cometidos no Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
A audiência aconteceu na 4ª Vara Criminal, no Fórum Henrique de La Roque dentro do processo sobre o sequestro do menino Pedro Paulo Lemes. Ao todo são oito os envolvidos no caso, sendo que quatro já foram ouvidos e o processo encontra-se na fase final. As três pessoas que fazem outro processo, recentemente desmembrado do processo principal, prestaram depoimento em juízo nesta segunda-feira.
Pela primeira vez Sebastião Soares Silva “ Vovô” , qualificado como líder do sequestro e Maria Alves Sandes da Silva, conhecida como Tina, que estaria cuidando da criança no cativeiro foram ouvidos. Geraldo Humberto da Rocha, que responde em liberdade pela acusação de ter alugado o carro para a fuga de Sebastião, também foi arrolado para prestar depoimento. Sobre o caso ainda estão foragidos: Antônio Luís Martins da Silva e Marlete de Moura Landim, a Marlene.
Sebastião Soares e Maria Alves foram ouvidos pelo juiz da 4ª Vara Criminal, Wellington Sousa Carvalho, a promotora da 3ª Promotoria Criminal, Raquel Alves, e o promotor da 3ª Promotoria de Família, Cassius Guimarães Chaí.
A audiência começou com um atraso de quase uma hora devido Sebastião ter solicitado ao juiz autorização para conversar antes com o advogado nomeado para defende-lo. Ainda foram ouvidos quatro delegados de polícia que participaram das investigações sobre o sequestro, três deles do Maranhão e um do Estado do Tocantins.
O menino Pedro Paulo Lemes, de cinco anos, foi sequestrado de dentro da sua casa, no dia 27 de junho do ano passado e libertado duas semanas depois, no distrito de Cidelândia, na cidade de Palmeirante, no Tocantins. O caso ganhou repercussão nacional na época.
Sebastião, de 60 anos, foi preso na manhã do dia 22 no município de Francisco Macedo, na região de Picos. Contra ele existem mais de 10 mandados de prisão expedidos, sendo procurado em diversos Estados do Brasil inteiro. Ao ser preso ele estava residindo em uma pequena casa situada às margens da barragem de Estreito, na localidade Passagem Funda. O imóvel teria sido adquirido com o dinheiro obtido no resgate do sequestro. “Vô” teria trabalhado para o pai do menino Pedro em Imperatriz. A partir do conhecimento obtido, teria planejado o sequestro. Ele é considerado o líder intelectual do grupo responsável pelo crime.
Segundo a ficha policial, "Vô" tem contra si três acusações de homicídio, sendo um qualificado; tráfico de drogas; dois casos de extorsão, sendo uma mediante sequestro; sequestro e cárcere privado cometido em abril de 2002, pelo qual conseguiu progressão de regime para semi-aberto. Ele foi condenado por dois destes crimes (extorsão e homicídio) somando pena a cumprir de 28 anos e três meses. Os crimes foram cometidos no Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte.