O secretário de Estado da Administração e Previdência, Franzé Silva, esteve reunido, nessa segunda-feira (27), com o diretor-presidente da Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi), Ricardo Pontes, e servidores da empresa para tratar de reajuste salarial da categoria. A reunião foi solicitada pelos próprios funcionários que discutem a data-base deles que é em maio.
Franzé explicou para a categoria que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) impede qualquer reajuste que impacte na folha de pagamento, sob pena de punição até mesmo para o governador Wellington Dias. “A expectativa é de que possamos voltar ao normal até o último quadrimestre do ano e ficar fora do limite prudencial”, diz o secretário.
A categoria ouviu atentamente os argumentos do secretário que, entre outras coisas, explicou que, se o Piauí não conseguir ficar fora do limite prudencial, pode haver demissões e atrasos de salários. “O Piauí é motivo de estudo porque nenhum outro estado conseguiu pagar o piso do magistério, que estamos parcelando. E estamos em dia com a folha de pagamento, o que estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul não estão conseguindo”, afirma o gestor.
Segundo o secretário, infelizmente, o Estado não pode conceder reajuste. É crime de responsabilidade descumprir a LRF. “Podemos nos comprometer a fazer a complementação salarial depois que sair dessa fase, sendo retroativo a maio” finaliza Franzé. Os servidores compreenderam e se comprometeram a esperar.
Franzé explicou para a categoria que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) impede qualquer reajuste que impacte na folha de pagamento, sob pena de punição até mesmo para o governador Wellington Dias. “A expectativa é de que possamos voltar ao normal até o último quadrimestre do ano e ficar fora do limite prudencial”, diz o secretário.
A categoria ouviu atentamente os argumentos do secretário que, entre outras coisas, explicou que, se o Piauí não conseguir ficar fora do limite prudencial, pode haver demissões e atrasos de salários. “O Piauí é motivo de estudo porque nenhum outro estado conseguiu pagar o piso do magistério, que estamos parcelando. E estamos em dia com a folha de pagamento, o que estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul não estão conseguindo”, afirma o gestor.
Segundo o secretário, infelizmente, o Estado não pode conceder reajuste. É crime de responsabilidade descumprir a LRF. “Podemos nos comprometer a fazer a complementação salarial depois que sair dessa fase, sendo retroativo a maio” finaliza Franzé. Os servidores compreenderam e se comprometeram a esperar.