A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Diretoria de Planejamento, apresentou na Câmara Municipal de Teresina os relatórios quadrimestrais de prestação de contas referentes ao Sistema Único de Saúde (SUS), com os balanços do 2º e 3º quadrimestres de 2013. Também durante esta semana, o relatório foi apresentado ao Conselho Municipal de Saúde (CMS), para apreciação.
O relatório é composto por três partes essenciais: fonte e montante dos recursos aplicados em ações e serviços de saúde; ações de auditorias realizadas e em execução; e oferta e produção em ações e serviços de saúde em Teresina.
“O relatório é uma maneira de dar transparência às ações da Secretaria Municipal de Saúde, juntamente com Fundação Municipal de Saúde (FMS) e Fundação Hospitalar de Teresina (FHT). Além de ser um importante instrumento de planejamento e acompanhamento dos serviços de saúde em nossa capital”, comentou a diretora de Planejamento da SMS, Cláudia Glauciene Texeira.
Entre os destaques do relatório está a produção ambulatorial e hospitalar ao longo de 2013. Durante o ano passado, foram realizados mais de 14 milhões de procedimentos ambulatoriais pelos SUS, nos estabelecimentos de saúde públicos e privados, representando um valor superior a R$142milhões. Do total de procedimentos realizados, somente 16% foram prestados a pessoas residentes em Teresina.
Em termos de produção hospitalar, foram realizadas 83 mil de internações, sendo que 42% eram pacientes de fora da capital. O faturamento com a produção hospitalar foi superior a R$ 93 milhões.
Ainda segundo o levantamento, aconteceram avanços na atenção básica. A proporção de Internações Hospitalares por Condições Sensíveis a Atenção Básica (Icsab) - indicador que avalia o desempenho desse nível de atenção - foi de 30,88% , parâmetro considerado bom pelo Ministério da Saúde.
“Acima desse indicador, a situação é considerada negativa pelo MS. O índice que atingimos indica que as ações da Estratégia Saúde da Família em Teresina estão impactando na redução das internações hospitalares por tais condições, como por exemplo, doenças pulmonares, diarreias, hipertensão, doenças relacionadas ao pré-natal e parto, infecções, entre outras”, explica a diretora de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde.
Além dos vereadores e servidores da SMS, também estiveram presentes na audiência representantes do Conselho Municipal de Saúde (CMS).
O relatório é composto por três partes essenciais: fonte e montante dos recursos aplicados em ações e serviços de saúde; ações de auditorias realizadas e em execução; e oferta e produção em ações e serviços de saúde em Teresina.
“O relatório é uma maneira de dar transparência às ações da Secretaria Municipal de Saúde, juntamente com Fundação Municipal de Saúde (FMS) e Fundação Hospitalar de Teresina (FHT). Além de ser um importante instrumento de planejamento e acompanhamento dos serviços de saúde em nossa capital”, comentou a diretora de Planejamento da SMS, Cláudia Glauciene Texeira.
Entre os destaques do relatório está a produção ambulatorial e hospitalar ao longo de 2013. Durante o ano passado, foram realizados mais de 14 milhões de procedimentos ambulatoriais pelos SUS, nos estabelecimentos de saúde públicos e privados, representando um valor superior a R$142milhões. Do total de procedimentos realizados, somente 16% foram prestados a pessoas residentes em Teresina.
Em termos de produção hospitalar, foram realizadas 83 mil de internações, sendo que 42% eram pacientes de fora da capital. O faturamento com a produção hospitalar foi superior a R$ 93 milhões.
Ainda segundo o levantamento, aconteceram avanços na atenção básica. A proporção de Internações Hospitalares por Condições Sensíveis a Atenção Básica (Icsab) - indicador que avalia o desempenho desse nível de atenção - foi de 30,88% , parâmetro considerado bom pelo Ministério da Saúde.
“Acima desse indicador, a situação é considerada negativa pelo MS. O índice que atingimos indica que as ações da Estratégia Saúde da Família em Teresina estão impactando na redução das internações hospitalares por tais condições, como por exemplo, doenças pulmonares, diarreias, hipertensão, doenças relacionadas ao pré-natal e parto, infecções, entre outras”, explica a diretora de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde.
Além dos vereadores e servidores da SMS, também estiveram presentes na audiência representantes do Conselho Municipal de Saúde (CMS).