Na noite desta quinta-feira (17) o DataEsmael contou cerca de 300 pessoas vestidas de “camisas amarelas” se concentrando em frente à Praça do Homem Nu, centro de Curitiba, em apoio ao juiz Sérgio Moro e o golpe contra a democracia – que eles também denominam de impeachment da presidente Dilma e contra a posse do ministro Lula na Casa Civil.
O que chamou a atenção não foi o fiasco de mais uma manifestação dos “camisas amarelas” – em alusão aos “camisas negras” das jornadas fascistas –, mas sim a estrutura de mobilização que os poucos gatos-pingados tinham e têm à sua disposição para lutar contra o governo democraticamente eleito. Nem o show do Rolling Stones possuía aparato de som e propaganda que dispõem os golpistas na capital paranaense ou “Capital da Lava Jato” como eles se orgulham nas redes sociais.
Dinheiro de caixa dois? De onde vem a bufunfa que patrocina os golpistas? A grana vem do estrangeiro? Podem eles utilizar verbas de origem duvidosa para supostamente combater criminosos, a exemplo de grampos ilegais para punir supostos crimes? Evidentemente que não, mas nesses tempos de fascismos tudo pode e [quase] tudo é acobertado pela carcomida mídia golpista.
Não há a quem recorrer para pedir investigação sobre a origem do dinheiro dos golpistas, pois eles se uniram à mídia e aos juízes que, aliás, ontem à tarde, em Curitiba, realizaram comício em frente à Justiça Federal em defesa da Lava Jato.
Parte dessa turma que organiza o movimento e grita “fora, Dilma” é composta de gente que tem problema na Justiça; outra é ligada a movimentos extremistas, fundamentalistas, com direito a financiamento público por meio de uma organização criminosa chamada “Tenda Digital” – da qual os leitores do Blog do Esmael já estão de saco cheio de tanto ouvir falar.
Mas os juízes estão atrás de um “mal maior”, que seria prender Lula e derrubar Dilma; possivelmente sonhem instituir uma “ditadura-jurídica-policial” para eles mesmos, haja vista o enfraquecimento dos partidos políticos.
Esse ativismo judicial da magistratura tem como objetivo a derrubada do governo constitucional, a tomada do poder, e nada a ver com democracia. Até mesmo o jornal Folha de S. Paulo, em editorial, na edição de hoje, vê excessos do juiz Sérgio Moro: “… não pode avançar à revelia das garantias individuais e das leis em vigor no país”, diz o jornalão dos Frias, que sabe do que fala porque na década de 60 apoio o golpe que resultou numa ditadura militar de 21 anos.
O que chamou a atenção não foi o fiasco de mais uma manifestação dos “camisas amarelas” – em alusão aos “camisas negras” das jornadas fascistas –, mas sim a estrutura de mobilização que os poucos gatos-pingados tinham e têm à sua disposição para lutar contra o governo democraticamente eleito. Nem o show do Rolling Stones possuía aparato de som e propaganda que dispõem os golpistas na capital paranaense ou “Capital da Lava Jato” como eles se orgulham nas redes sociais.
Dinheiro de caixa dois? De onde vem a bufunfa que patrocina os golpistas? A grana vem do estrangeiro? Podem eles utilizar verbas de origem duvidosa para supostamente combater criminosos, a exemplo de grampos ilegais para punir supostos crimes? Evidentemente que não, mas nesses tempos de fascismos tudo pode e [quase] tudo é acobertado pela carcomida mídia golpista.
Não há a quem recorrer para pedir investigação sobre a origem do dinheiro dos golpistas, pois eles se uniram à mídia e aos juízes que, aliás, ontem à tarde, em Curitiba, realizaram comício em frente à Justiça Federal em defesa da Lava Jato.
Parte dessa turma que organiza o movimento e grita “fora, Dilma” é composta de gente que tem problema na Justiça; outra é ligada a movimentos extremistas, fundamentalistas, com direito a financiamento público por meio de uma organização criminosa chamada “Tenda Digital” – da qual os leitores do Blog do Esmael já estão de saco cheio de tanto ouvir falar.
Mas os juízes estão atrás de um “mal maior”, que seria prender Lula e derrubar Dilma; possivelmente sonhem instituir uma “ditadura-jurídica-policial” para eles mesmos, haja vista o enfraquecimento dos partidos políticos.
Esse ativismo judicial da magistratura tem como objetivo a derrubada do governo constitucional, a tomada do poder, e nada a ver com democracia. Até mesmo o jornal Folha de S. Paulo, em editorial, na edição de hoje, vê excessos do juiz Sérgio Moro: “… não pode avançar à revelia das garantias individuais e das leis em vigor no país”, diz o jornalão dos Frias, que sabe do que fala porque na década de 60 apoio o golpe que resultou numa ditadura militar de 21 anos.