As oito pessoas presas durante a Operação Aspásia, ação da Polícia Civil que atuou em cima de esquemas de prostituição em Teresina, foram transferidas durante a tarde desta terça-feira (14).
Os presos são dois homens e seis mulheres. Entre os transferidos estão Elizabeth Lurdes Nunes de Oliveira, proprietária da Boate Beth Cuscuz, e Carlos Roberto da Silva Passos, o Carlão, proprietário da Copacabana shows e drinks. Os dois estabelecimentos são apontados como locais de prostituição.
Os dois homens que cumprem a prisão temporária foram transferidos para o 23° DP, na Vila Irmã Dulce, Zona Sul de Teresina. Já as seis mulheres foram encaminhadas para a delegacia do silêncio. Todos os envolvidos foram transferidos após prestarem depoimentos na Comissão de Investigação ao Crime Organizado (CICO).
Uma menor também foi alvo de um mandado de condução coercitiva, conduzida para Academia de Polícia Civil para prestar depoimento. A delegada Andréia Magalhães, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) afirmou que o caso da jovem será encaminhado ao Conselho Tutelar, e ela provavelmente seja conduzida a um abrigo.
A Operação Aspásia é o resultado de quinze meses de investigação da Polícia Civil, que coletaram provas para configurar vários crimes relacionados à prostituição. Segundo o artigo 230 do Código Penal, configura crime tirar proveito de prostituição alheia, com pena de até 4 anos de reclusão.
Os presos são dois homens e seis mulheres. Entre os transferidos estão Elizabeth Lurdes Nunes de Oliveira, proprietária da Boate Beth Cuscuz, e Carlos Roberto da Silva Passos, o Carlão, proprietário da Copacabana shows e drinks. Os dois estabelecimentos são apontados como locais de prostituição.
Os dois homens que cumprem a prisão temporária foram transferidos para o 23° DP, na Vila Irmã Dulce, Zona Sul de Teresina. Já as seis mulheres foram encaminhadas para a delegacia do silêncio. Todos os envolvidos foram transferidos após prestarem depoimentos na Comissão de Investigação ao Crime Organizado (CICO).
Uma menor também foi alvo de um mandado de condução coercitiva, conduzida para Academia de Polícia Civil para prestar depoimento. A delegada Andréia Magalhães, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) afirmou que o caso da jovem será encaminhado ao Conselho Tutelar, e ela provavelmente seja conduzida a um abrigo.
A Operação Aspásia é o resultado de quinze meses de investigação da Polícia Civil, que coletaram provas para configurar vários crimes relacionados à prostituição. Segundo o artigo 230 do Código Penal, configura crime tirar proveito de prostituição alheia, com pena de até 4 anos de reclusão.