Presidente do Sinpolpi diz promotores foram rancorosos no caso Fernand

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A Polícia Civil não chegou a uma resposta conclusiva sobre o suposto homicídio de Fernanda - achada morta em agosto do ano passado em um prédio em construção na Zona Leste de Teresina -, o que gerou críticas ao seu trabalho de investigação.

Cristiano Ribeiro disse que a Polícia Federal, que entrou no caso por pressão da sociedade, ainda não “acrescentou nada em cima da investigação da civil”. Segundo ele, até agora só se sabe que a morte de Fernanda Lages foi “de forma violenta”.

Ele fez duras críticas à postura dos promotores do caso. “Nunca vi uma ânsia tão grande. A relação entre Ministério Público e a polícia deveria ser de cooperação e não de ataques”.

Cristiano ainda disse lamentar pelos danos sofridos à imagem de Fernanda Lages.