Com protestos da oposição, a Câmara Municipal de Teresina aprovou ontem (26) o veto da Prefeitura de Teresina ao § 2º e 3º, do Projeto de Lei nº 211/13, que autoriza a Concessão do Serviço Público de Transporte Coletivo Urbano do Município de Teresina. A matéria trata justamente da contratação dos funcionários que trabalham atualmente no sistema pelas empresas vencedoras da licitação.
O veto causou estranheza aos vereadores da oposição, já que o prefeito havia garantido que motoristas e cobradores não seriam demitidos.
A vereadora Graça Amorim lembrou de uma reunião realizada com o Prefeito Firmino Filho em dezembro no Palácio da Cidade, quando o gestor recebeu representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviário do Piauí (Sintetro) e Vereadores de Teresina. Durante o encontro ficou firmado que a emenda que garantiria os empregos seria acrescentada ao projeto encaminhado pela Prefeitura de Teresina à Câmara Municipal.
“O prefeito concordou que o edital iria garantir que os trabalhadores que hoje atuam no sistema fossem incorporados pelas empresas vencedoras da licitação por um prazo de pelo menos 24 meses. Outro acordo celebrado nesse dia é de que seria garantindo que cada ônibus coletivo disponibilizaria um motorista e um cobrador. Toda a imprensa noticiou isso! Agora o prefeito voltou atrás sem dar a mínima satisfação aos trabalhadores. Por quê?”, questionou a vereadora.
Graça Amorim critica ainda a forma precipitada que este edital está sendo votado. “Não entendo a pressa do prefeito em fazer esta licitação, a toque de caixa, sem fazer corredores únicos de ônibus, tampouco os terminais de integração. É, no mínimo, estranho isto”, completou.
Entenda o caso
Motoristas e cobradores estavam com medo de ficar desempregados caso uma empresa de outro estado fosse a vencedora do processo de licitação de transporte público da capital. Em encontro que aconteceu a portas fechadas no dia 13 de dezembro, um dia após motoristas e cobradores paralisarem o serviço durante manifestação na capital, o prefeito entrou em acordo com a categoria: garantiria o emprego dos trabalhadores pelo menos por 24 meses.
O veto causou estranheza aos vereadores da oposição, já que o prefeito havia garantido que motoristas e cobradores não seriam demitidos.
A vereadora Graça Amorim lembrou de uma reunião realizada com o Prefeito Firmino Filho em dezembro no Palácio da Cidade, quando o gestor recebeu representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviário do Piauí (Sintetro) e Vereadores de Teresina. Durante o encontro ficou firmado que a emenda que garantiria os empregos seria acrescentada ao projeto encaminhado pela Prefeitura de Teresina à Câmara Municipal.
“O prefeito concordou que o edital iria garantir que os trabalhadores que hoje atuam no sistema fossem incorporados pelas empresas vencedoras da licitação por um prazo de pelo menos 24 meses. Outro acordo celebrado nesse dia é de que seria garantindo que cada ônibus coletivo disponibilizaria um motorista e um cobrador. Toda a imprensa noticiou isso! Agora o prefeito voltou atrás sem dar a mínima satisfação aos trabalhadores. Por quê?”, questionou a vereadora.
Graça Amorim critica ainda a forma precipitada que este edital está sendo votado. “Não entendo a pressa do prefeito em fazer esta licitação, a toque de caixa, sem fazer corredores únicos de ônibus, tampouco os terminais de integração. É, no mínimo, estranho isto”, completou.
Entenda o caso
Motoristas e cobradores estavam com medo de ficar desempregados caso uma empresa de outro estado fosse a vencedora do processo de licitação de transporte público da capital. Em encontro que aconteceu a portas fechadas no dia 13 de dezembro, um dia após motoristas e cobradores paralisarem o serviço durante manifestação na capital, o prefeito entrou em acordo com a categoria: garantiria o emprego dos trabalhadores pelo menos por 24 meses.