Mais um homem acusado de ser traficante é retirado de circulação. A Polícia Militar juntamente com a Polícia Civil prenderam na noite de ontem (25), Gilvan Pereira Lima, 43 anos, tido como um dos maiores fornecedores de droga do município de Picos, segundo a polícia.
A prisão aconteceu em seu bar e residência na Rua Projetada, próximo a Garagem da Itapemirim. Com ele, foram apreendidas 50 trouxas pequenas de cocaína, estas vendidas pelo preço de R$ 50 cada, três trouxas grande, uma bicicleta, dois Playstation, uma televisão LCD de 42 polegadas, um data show e uma grande quantidade de dinheiro em espécie.
Segundo o delegado especial da Polícia Civil, Tales Gomes, Gilvan estava sendo monitorado há mais de um mês. “Através do mandado de busca e apreensão conseguimos lograr êxito e prende-lo”, conta Tales.
O delegado informou que uma parte da droga estava escondida no telhado da casa e a outra em um altar de umbanda. Tales falou ainda que no momento da invasão na residência, o acusado quis fugir, mas não conseguiu e acabou sendo capturado pelos policiais.
“O local era bastante movimentado e servia de disfarce. O consumo da droga era feito em uma parte mais interna do bar, onde os usuários compravam e depois faziam o consumo”, informa.
A prisão aconteceu em seu bar e residência na Rua Projetada, próximo a Garagem da Itapemirim. Com ele, foram apreendidas 50 trouxas pequenas de cocaína, estas vendidas pelo preço de R$ 50 cada, três trouxas grande, uma bicicleta, dois Playstation, uma televisão LCD de 42 polegadas, um data show e uma grande quantidade de dinheiro em espécie.
Segundo o delegado especial da Polícia Civil, Tales Gomes, Gilvan estava sendo monitorado há mais de um mês. “Através do mandado de busca e apreensão conseguimos lograr êxito e prende-lo”, conta Tales.
O delegado informou que uma parte da droga estava escondida no telhado da casa e a outra em um altar de umbanda. Tales falou ainda que no momento da invasão na residência, o acusado quis fugir, mas não conseguiu e acabou sendo capturado pelos policiais.
“O local era bastante movimentado e servia de disfarce. O consumo da droga era feito em uma parte mais interna do bar, onde os usuários compravam e depois faziam o consumo”, informa.