Dois anos e cinco meses após a morte de Maria Andressa Soares Vieira, 1 ano e 5 meses de idade, os pais da menina mantêm na Justiça ação que tramita na Vara Cível da Comarca de Batalha. O processo de número 99-81.2014.8.18.0040 trata sobre ação de indenização no valor de R$ 400 mil, contra Hermínio José de Carvalho Neto, Eletrobras e Prefeitura, por danos morais e materiais.
De acordo com os autos do processo, na noite do dia 07 de dezembro de 2013 foi montado um estacionamento clandestino com a iniciativa da cobrança para estacionar veículos nos acostamentos das vias públicas em torno da danceteria conhecida como “Show Baile”, localizada no conjunto habitacional Pedra do Letreiro, bem próximo a casa de familiares de Andressa.
A criança estava brincando no local e ao tocar em um fio desencapado de extensão improvisada que estava colocada no chão sofreu a descarga elétrica. A vítima chegou a ser socorrida por familiares e levada ao hospital Messias de Andrade Melo, mas chegou sem vida à unidade. Ela teria sofrido uma parada cardíaca.
Andressa era filha do casal Carlos André Barroso Vieira e Maria Andrea Soares da Silva, e neta do já falecido Barnabé ex-vigia da Câmara de Vereadores.
O Ministério Público Estadual (MPE) acusa Hermínio José de Carvalho Neto, vulgo “Piqui”, 37 anos, de ter ligado cabos de energia ao “pontalete” de uma unidade consumidora e a um poste da Eletrobras, sem a devida licença, colocando a fiação espalhada pelo chão da via pública, causando morte da criança.
“Piqui” foi denunciado como incurso nas penas do artigo 121, § 3 do Código Penal. Caso seja condenado, a pena máxima prevista é de 3 anos.
O que mais causa indignação aos familiares da vítima é até a presente data não terem visto qualquer tipo de punição para a pessoa causadora do acidente, que ceifou a vida da criança.
De acordo com os autos do processo, na noite do dia 07 de dezembro de 2013 foi montado um estacionamento clandestino com a iniciativa da cobrança para estacionar veículos nos acostamentos das vias públicas em torno da danceteria conhecida como “Show Baile”, localizada no conjunto habitacional Pedra do Letreiro, bem próximo a casa de familiares de Andressa.
A criança estava brincando no local e ao tocar em um fio desencapado de extensão improvisada que estava colocada no chão sofreu a descarga elétrica. A vítima chegou a ser socorrida por familiares e levada ao hospital Messias de Andrade Melo, mas chegou sem vida à unidade. Ela teria sofrido uma parada cardíaca.
Andressa era filha do casal Carlos André Barroso Vieira e Maria Andrea Soares da Silva, e neta do já falecido Barnabé ex-vigia da Câmara de Vereadores.
O Ministério Público Estadual (MPE) acusa Hermínio José de Carvalho Neto, vulgo “Piqui”, 37 anos, de ter ligado cabos de energia ao “pontalete” de uma unidade consumidora e a um poste da Eletrobras, sem a devida licença, colocando a fiação espalhada pelo chão da via pública, causando morte da criança.
“Piqui” foi denunciado como incurso nas penas do artigo 121, § 3 do Código Penal. Caso seja condenado, a pena máxima prevista é de 3 anos.
O que mais causa indignação aos familiares da vítima é até a presente data não terem visto qualquer tipo de punição para a pessoa causadora do acidente, que ceifou a vida da criança.