O esporte virou um negócio milionário, bastante lucrativo para todos, menos para a torcida, apesar de alguns privilegiados de uniformizadas, que viajam e vão aos estádios às custas de cartolas corruptos e jogadores mercenários. Muitos dos atletas são convocados por força de uma mídia capitalista, sensasionalista e venal. E são os maiores responsáveis pelos fiascos sucessivos do Brasil nas competições.
Há várias décadas, uma corja criminosa vem atuando, dentro e fora das quatro linhas, nas quadras, nas pistas, nas raias pelo mundo. Não somos nós que afirmamos. Os escândalos na Fifa, CBF, COI, COB, estão aí para comprovar.
No futebol, desde há muito a seleção amarela virou refém de Havelanges, Teixeiras, Ronaldos, Neymares. Lembra o apagão em 1998? O Brasil acabou batido por 3x0 pela França de Zidane, culpa de uma “convulsão” antes do jogo.
Uma joelhada nas costas nocauteou um time inteiro em 2014 no Brasil. E os 7x1 contra a Alemanha apenas confirmaram o grau de dependência dos "parças" ao todo poderoso milionário até hoje é chamado de "menino" pelos microfones mais caros do mundo [contaminados pelos merchandising explícito desse senhorrrr, que rasga elogios descarados a quem pode pagar fortunas para se promover].
Na Rússia, a Neymardependência, mais uma vez, deixa o sonho do Hexa distante. Pecamos por excesso e por omissão. Individualismo, dribles, preciosismo. E ninguém reclama, nem o Tite. A cabeça deles deve estar nos US$ 500 mil prometidos de "bicho" para cada jogador e para o técnico. Serão mais de R$ 40 milhões, que o bolso do brasileiro vai bancar, caso venha o caneco.
A missão não é difícil, sobretudo pelo nível pífio das seleções nesta Copa [basta ver os resultados da primeira fase]. Mas convenhamos: time que quer ganhar título não joga em função de um jogador apenas; não aceita, omisso, que o cara faça o que quer em campo; e nem depende de apito, árbitro de vídeo para vencer os jogos. Ainda hoje tem gente falando do empurrão no Miranda. Acredita?