O operador de máquina Alexandre Alves andava de motocicleta quando o pneu da mesma estourou provocando um acidente que resultou em uma fratura exposta na perna direita. Alexandre veio da cidade de Uruçuí e há mais de uma semana aguardava por uma cirurgia. A espera de Alexandre acaba hoje. Ele é um dos 35 pacientes que participam do mutirão de cirurgias ortopédicas, que acontece no Hospital Getúlio Vargas durante todo o sábado.
Os pacientes atendidos no mutirão são provenientes do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) ou foram encaminhados pelos hospitais regionais, localizados no interior do Estado. Os casos atendidos são de média e alta complexidade. “A espera pode chegar de sete a quinze dias e tentamos com o mutirão diminuir essa espera e desafogar o sistema”, explica o cirurgião ortopédico Wilson Rodrigues, coordenador da equipe responsável pelo mutirão.
Segundo ainda Wilson, a demanda ainda é crescente, mas no último ano, o hospital tem ganhando melhorias que refletem na maior agilidade nos atendimentos, principalmente dos casos de ortopedia. O HVG recebeu este ano um novo centro cirúrgico, onde foram entregues nove salas novas. Além da contratação de novos médicos com especialidade em ortopedia.
O diretor do HGV, Carlos Iglézias, explica que objetivo maior dos mutirões é zerar as filas de espera pelas cirurgias eletivas, que envolve os procedimentos de média e alta complexidade. “Sabemos que a fila de pacientes é crescente, a cada dia chegam novos pacientes. A cada novo mutirão nós conseguimos atender mais pacientes. No último mutirão foram realizados 27 procedimentos cirúrgicos e hoje o objetivo é chegar a 35 atendimentos”, explica Iglézias.
A equipe médica coordenada por Wilson Rodrigues é formada por mais sete ortopedistas e uma equipe de apoio. O número de cirurgias a serem realizadas neste sábado é praticamente igual ao número de atendimentos realizados durante a semana, sendo que no mês, o HGV atende mais de 150 pacientes, neste caso. Em 2012, o número de pacientes no Piauí que já passaram por cirurgias ortopédicas, através do SUS, passa dos 150 mil.
Os pacientes atendidos no mutirão são provenientes do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) ou foram encaminhados pelos hospitais regionais, localizados no interior do Estado. Os casos atendidos são de média e alta complexidade. “A espera pode chegar de sete a quinze dias e tentamos com o mutirão diminuir essa espera e desafogar o sistema”, explica o cirurgião ortopédico Wilson Rodrigues, coordenador da equipe responsável pelo mutirão.
Segundo ainda Wilson, a demanda ainda é crescente, mas no último ano, o hospital tem ganhando melhorias que refletem na maior agilidade nos atendimentos, principalmente dos casos de ortopedia. O HVG recebeu este ano um novo centro cirúrgico, onde foram entregues nove salas novas. Além da contratação de novos médicos com especialidade em ortopedia.
O diretor do HGV, Carlos Iglézias, explica que objetivo maior dos mutirões é zerar as filas de espera pelas cirurgias eletivas, que envolve os procedimentos de média e alta complexidade. “Sabemos que a fila de pacientes é crescente, a cada dia chegam novos pacientes. A cada novo mutirão nós conseguimos atender mais pacientes. No último mutirão foram realizados 27 procedimentos cirúrgicos e hoje o objetivo é chegar a 35 atendimentos”, explica Iglézias.
A equipe médica coordenada por Wilson Rodrigues é formada por mais sete ortopedistas e uma equipe de apoio. O número de cirurgias a serem realizadas neste sábado é praticamente igual ao número de atendimentos realizados durante a semana, sendo que no mês, o HGV atende mais de 150 pacientes, neste caso. Em 2012, o número de pacientes no Piauí que já passaram por cirurgias ortopédicas, através do SUS, passa dos 150 mil.