Os cinco suspeitos de participarem do estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos, em Indiara, a 100 km de Goiânia, foram presos preventivamente na quinta-feira (4). Entre eles, está o vereador e vice-presidente da Câmara Municipal, Jean Castro (DEM) e o irmão dele, o comerciante Jean de Castro, com quem a garota teve um relacionamento amoroso e agora disse estar namorando.
O delegado responsável pelo caso, Queops Barreto, alegou que "a investigação transcorreria de forma mais tranquila", caso eles estivessem detidos.
Barreto explicou ainda que a menor deu quatro depoimentos a ele afirmando que havia sido estuprada. Mas na última segunda-feira (1º), foi à delegacia e disse que queria mudar sua versão. "Questionei porque ela mudou e ela afirmou que não estava mais \'aguentando a pressão da investigação\', que preferia ver os suspeitos impunes a continuar com a apuração", afirmou.
O delegado disse que explicou à menor que a ação é pública e incondicionada e que independe da vontade da vítima. Ela disse que não mudaria a versão, mas no dia seguinte, quando os suspeitos iriam depor ela resolveu mudar de opinião.
"No dia em que eles iram ser ouvidos, ela resolveu mudar a versão. Também soube que ela estava namorando o Leandro e então percebi que ela estava mentindo, sendo influenciada por ele", explica.
Namoro
Após denunciar o caso, a menor foi até a delegacia na última terça-feira (2) e prestou um novo depoimento, mudando sua versão inicial. Desta vez, ela afirmou que não foi violentada, que foi pressionada a relatar o crime e que agiu por ciúme. Ao chegar para ser ouvida, ela estava acompanhada de Leandro, um dos cinco suspeitos.
O delegado responsável pelo caso, Queops Barreto, alegou que "a investigação transcorreria de forma mais tranquila", caso eles estivessem detidos.
Barreto explicou ainda que a menor deu quatro depoimentos a ele afirmando que havia sido estuprada. Mas na última segunda-feira (1º), foi à delegacia e disse que queria mudar sua versão. "Questionei porque ela mudou e ela afirmou que não estava mais \'aguentando a pressão da investigação\', que preferia ver os suspeitos impunes a continuar com a apuração", afirmou.
O delegado disse que explicou à menor que a ação é pública e incondicionada e que independe da vontade da vítima. Ela disse que não mudaria a versão, mas no dia seguinte, quando os suspeitos iriam depor ela resolveu mudar de opinião.
"No dia em que eles iram ser ouvidos, ela resolveu mudar a versão. Também soube que ela estava namorando o Leandro e então percebi que ela estava mentindo, sendo influenciada por ele", explica.
Namoro
Após denunciar o caso, a menor foi até a delegacia na última terça-feira (2) e prestou um novo depoimento, mudando sua versão inicial. Desta vez, ela afirmou que não foi violentada, que foi pressionada a relatar o crime e que agiu por ciúme. Ao chegar para ser ouvida, ela estava acompanhada de Leandro, um dos cinco suspeitos.