O nome Wellington Menezes de Oliveira ainda causa calafrios a alguns estudantes que estavam no colégio Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, no dia em que o jovem de 23 anos invadiu o colégio do qual era ex-aluno e assassinou 12 crianças. Após exatos seis meses da tragédia, Thiago Morais, 14, diz que se sente desconfortável ao ler ou escutar o nome do atirador que se suicidou após ser alvejado por um policial militar.
"Não gosto de escutar esse nome, me dá uma coisa estranha quando eu leio no jornal ou na internet, faz com que eu lembre de tudo aquilo. São seis meses, mas parece que tudo aconteceu ontem", afirma o estudante, que perdeu duas amigas na tragédia.
Já a dona de casa Marilene dos Santos, mãe de um aluno de 13 anos, diz que até pensou em transferi-lo para uma outra unidade da rede municipal de ensino, mas o filho não concordou com a orientação materna e optou por permanecer no colégio Tasso da Silveira em função dos colegas de classe.
Hoje, porém, Marilene se mostra empolgada com o futuro da tradicional escola de Realengo (fundada em 1971) que atualmente passa por uma série de obras de infraestrutura e modernização.
"Eu falei para ele sair, mas adolescente é cabeça dura, e ele acabou ficando por causa dos amigos e da namorada. Mas hoje eu olho para as obras que estão fazendo na escola e vejo que foi a melhor decisão. A Tasso vai ficar muito bonita", afirma ela.
De fato, a Secretaria Municipal de Obras, em parceria com a pasta da Educação, está investindo pesado para transformar o colégio Tasso da Silveira em uma referência na rede pública de ensino, pelo menos no que diz respeito à infraestrutura. Dois meses após o massacre, passados os trabalhos emergenciais de reparo, a escola se transformou definitivamente em um canteiro de obras.
O investimento total da prefeitura na modernização da unidade educacional que ganhará vários espaços de atividades lúdicas e estrutura especial para portadores de necessidades especiais deve girar em torno de R$ 9 milhões.
A expectativa da secretaria de Obras é oferecer condições estruturais para que novos alunos sejam matriculados na escola Tasso da Silveira, que tinha 999 alunos até o dia 7 de abril deste ano, data da tragédia, e atualmente conta 980 crianças e adolescentes. Em função das obras, a rotina escolar sofreu algumas alterações, tais como a redução da carga horária dos turnos.
"Não gosto de escutar esse nome, me dá uma coisa estranha quando eu leio no jornal ou na internet, faz com que eu lembre de tudo aquilo. São seis meses, mas parece que tudo aconteceu ontem", afirma o estudante, que perdeu duas amigas na tragédia.
Já a dona de casa Marilene dos Santos, mãe de um aluno de 13 anos, diz que até pensou em transferi-lo para uma outra unidade da rede municipal de ensino, mas o filho não concordou com a orientação materna e optou por permanecer no colégio Tasso da Silveira em função dos colegas de classe.
Hoje, porém, Marilene se mostra empolgada com o futuro da tradicional escola de Realengo (fundada em 1971) que atualmente passa por uma série de obras de infraestrutura e modernização.
"Eu falei para ele sair, mas adolescente é cabeça dura, e ele acabou ficando por causa dos amigos e da namorada. Mas hoje eu olho para as obras que estão fazendo na escola e vejo que foi a melhor decisão. A Tasso vai ficar muito bonita", afirma ela.
De fato, a Secretaria Municipal de Obras, em parceria com a pasta da Educação, está investindo pesado para transformar o colégio Tasso da Silveira em uma referência na rede pública de ensino, pelo menos no que diz respeito à infraestrutura. Dois meses após o massacre, passados os trabalhos emergenciais de reparo, a escola se transformou definitivamente em um canteiro de obras.
O investimento total da prefeitura na modernização da unidade educacional que ganhará vários espaços de atividades lúdicas e estrutura especial para portadores de necessidades especiais deve girar em torno de R$ 9 milhões.
A expectativa da secretaria de Obras é oferecer condições estruturais para que novos alunos sejam matriculados na escola Tasso da Silveira, que tinha 999 alunos até o dia 7 de abril deste ano, data da tragédia, e atualmente conta 980 crianças e adolescentes. Em função das obras, a rotina escolar sofreu algumas alterações, tais como a redução da carga horária dos turnos.