Justiça nega pedido de soltura da empresária Milena Pamela

Para o desembargador, a prisão temporária da empresária foi decretada de forma legítima

O desembargador Sebastião Ribeiro Martins, do Tribunal de Justiça do Piauí, negou pedido de habeas corpus da empresária e influencer Milena Pamela Oliveira Silva, presa na quarta-feira (9) na segunda fase da Operação Jogo Sujo, deflagrada pela Polícia Civil do Piauí.

A defesa de Milena Pamela solicitou a liberdade da influencer alegando que ela está gravida e que sua gravidez é de risco. Além disso, a defesa ressaltou que Milena não tem histórico de crimes e que a prisão temporária foi decretada sem elementos que a justifiquem.

No entanto, o desembargador argumentou que a prisão temporária foi decretada de forma legítima e que todos os suspeitos foram presos após uma investigação detalhada, que revelou que Milena Pâmela possui várias empresas e veículos de luxo. Ele também destacou que a empresária fez movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a renda declarada. 

Por fim, Sebastião Ribeiro Martins destacou que a prisão de Milena é fundamental para as investigações do inquérito policial e assim negou o pedido de liberdade dela. Quanto a questão dela está grávida e a defesa ter solicitado a prisão domiciliar, ele afirmou que há indícios suficientes para manter a empresária presa, e que sua gravidez, ainda em fase inicial, com seis semanas, não justifica a concessão de prisão domiciliar, já que não há evidências de alto risco ou necessidade de tratamento diferenciado.

Lista de investigados na segunda fase da Operação Jogo Sujo: