Justiça manda Uber pagar férias e FGTS a motorista

Decisão foi a primeira do tipo em segunda instância e pode ser replicada em outros estados; empresa afirmou que irá recorrer

A Uber foi condenada pela Justiça de São Paulo a registrar um motorista em carteira de trabalho e a pagar a ele direitos trabalhistas, como férias, FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e multa rescisória, entre outros.

É a primeira vez no país que a empresa é obrigada, em decisão de segunda instância, a reconhecer o vínculo empregatício com um condutor que utiliza o aplicativo.