Na sessão de ontem do Tribunal do Júri de Campo Maior foram julgadas as irmãs Carmelita Rodrigues do Nascimento e Carmeci Rodrigues do Nascimento, ambas acusadas de assassinar na tarde do dia 19 de setembro de 2005, na Rua Santo Antonio, centro de Campo Maior, a rival Daniela Lisboa. Enquanto Carmelita foi absolvida pelos jurados, Carmeci foi condenada a 8 anos de prisão, mas vai continuar em liberdaede, até o processo seja transitado em julgado.
De acordo com o promotor Cláudio Bastos, os jurados entenderam que Carmeci foi a autora do crime aplicando várias facadas na vítima, que estava caída no chão e por isso não teve como se defender. Já Carmelita não considerada a responsável pela morte de Daniela, pois apenas colaborou para a rival caísse.
As duas irmãs já haviam sido absolvidas no primeiro julgamento, ocorrido em outubro de 2009, mas o promotor Nivaldo Ribeiro, na época trabalhando em Campo Maior, recorreu da sentença e o TJ aceitou marcar um novo julgamento.
Segundo a denuncia do Ministério Público, o crime aconteceu por causa de um desentendimento entre Daniela e Carmeci gerado por problemas na área da prostituição, já que as três eram garotas de programa. Segundo o promotor Cláudio, Carmeci aplicou vários golpes com um punhal, o que levou a vitima a morte ainda ano local.
A defesa das irmãs foi feita pelo defensor público Erisvaldo Marques, que comemorou o resultado do julgamento. Enquanto isso, o promotor Cláudio Bastos disse que não mais irá recorrer da sentença.
De acordo com o promotor Cláudio Bastos, os jurados entenderam que Carmeci foi a autora do crime aplicando várias facadas na vítima, que estava caída no chão e por isso não teve como se defender. Já Carmelita não considerada a responsável pela morte de Daniela, pois apenas colaborou para a rival caísse.
As duas irmãs já haviam sido absolvidas no primeiro julgamento, ocorrido em outubro de 2009, mas o promotor Nivaldo Ribeiro, na época trabalhando em Campo Maior, recorreu da sentença e o TJ aceitou marcar um novo julgamento.
Segundo a denuncia do Ministério Público, o crime aconteceu por causa de um desentendimento entre Daniela e Carmeci gerado por problemas na área da prostituição, já que as três eram garotas de programa. Segundo o promotor Cláudio, Carmeci aplicou vários golpes com um punhal, o que levou a vitima a morte ainda ano local.
A defesa das irmãs foi feita pelo defensor público Erisvaldo Marques, que comemorou o resultado do julgamento. Enquanto isso, o promotor Cláudio Bastos disse que não mais irá recorrer da sentença.