O operador de áudio Jorge Fabrício Ferreira Vieira, de 41 anos, começou o dia desolado com a perda de seu carro, incendiado ao lado da Alerj, durante a manifestação desta segunda-feira.
Menos de 12 horas depois de ter perdido seu Ford Versailles 93, Jorge já revê a chance de ter um carro novo: um grupo de amigos e internautas se comoveu com sua situação e organizou uma “vaquinha” online para angariar dinheiro para que o operador de áudio possa comprar um carro novo.
O objetivo é juntar R$ 20 mil - bem mais do que os R$ 5,7 mil que Jorge pagou pela seu antigo carro há um ano. Até o fechamento dessa reportagem, R$ 241 já haviam sido arrecadados.
- A solidariedade é a parte boa da história. Ainda bem que alguém viu que eu acabei pagando o pato por algo que eu não tinha nada a ver. Estava trabalhando no momento da manifestação - conta Jorge, que pensa em comprar um Versailles 96 com o dinheiro - Era apaixonado por aquele carro. Ele já havia sido roubado antes, limparam ele todo por dentro, mas consegui recuperar e comecei a rearrumá-lo. É uma pena que as pessoas não pensem nos outros quando fazem essas coisas.
O veículo estava estacionado próximo à Alerj, onde Fabrício o estacionava todos os dias para chegar a um de seus dois empregos. O operador de áudio mora em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, de onde sai para trabalhar todos os dias às 6h da manhã. O Versailles também era usado por sua mulher para entregar roupas. Segundo ele, algumas peças que estavam na mala do veículo também foram queimadas.
Menos de 12 horas depois de ter perdido seu Ford Versailles 93, Jorge já revê a chance de ter um carro novo: um grupo de amigos e internautas se comoveu com sua situação e organizou uma “vaquinha” online para angariar dinheiro para que o operador de áudio possa comprar um carro novo.
O objetivo é juntar R$ 20 mil - bem mais do que os R$ 5,7 mil que Jorge pagou pela seu antigo carro há um ano. Até o fechamento dessa reportagem, R$ 241 já haviam sido arrecadados.
- A solidariedade é a parte boa da história. Ainda bem que alguém viu que eu acabei pagando o pato por algo que eu não tinha nada a ver. Estava trabalhando no momento da manifestação - conta Jorge, que pensa em comprar um Versailles 96 com o dinheiro - Era apaixonado por aquele carro. Ele já havia sido roubado antes, limparam ele todo por dentro, mas consegui recuperar e comecei a rearrumá-lo. É uma pena que as pessoas não pensem nos outros quando fazem essas coisas.
O veículo estava estacionado próximo à Alerj, onde Fabrício o estacionava todos os dias para chegar a um de seus dois empregos. O operador de áudio mora em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, de onde sai para trabalhar todos os dias às 6h da manhã. O Versailles também era usado por sua mulher para entregar roupas. Segundo ele, algumas peças que estavam na mala do veículo também foram queimadas.