Alexandre do Nascimento Sousa era acusado de em 2008 ter matado a sua própria esposa, Fernanda Fontenele Sousa, através de asfixia, utilizando uma corda de nylon. Ele teria dopado a filha do casal, que na época tinha 7 anos, para que ficasse desacordada, porém ao acordar a criança viu a mãe sem vida, coberta por um lençol em cima da cama.
O advogado do réu foi Dulce, o promotor do caso João Malato Neto e o presidente do Júri popular, o Juiz Drº Francisco João Damasceno. O julgamento ocorreu na quarta-feira, 14/09, no fórum Desembargador João Turíbio.
Durante o depoimento, o réu negou tudo e disse que quando chegou em casa viu a esposa morta, porém teria alegado em algum momento que a esposa teria cometido traição e ela não mantinha relações sexuais com ele conforme sua necessidade, mas as provas e testemunhos foram convincentes o suficiente para que ele fosse condenado pelo conselho de sentença do Júri, que o julgou com culpado pelo crime. A pena dada ao réu foi de 20 anos de reclusão, devido aos agravantes das circunstâncias em que ocorreu o fato.
“Que essa decisão sirva de exemplo a quem faça a justiça com as próprias mãos. Não há motivo algum que justifique tira a vida de outro ser humano”, disse o presidente do Júri, ao comunicar a sentença.
Durante o julgamento, observou-se a família da vítima presente, manifestando-se com um banner colocado na entrada da sala de julgamento e a frase “A família pede Justiça”.
Após a sentença dada, 20 anos de reclusão, uma familiar da vítima, a prima Silvana Coelho, que afirmou insatisfeita com a pena, pois acredita que Alexandre merecia mais anos de cadeia pelo crime bárbaro que cometeu. “Eu esperava que fosse mais tempo, queria que ele passasse o resto da vida lá. Mas é a Lei, né”, disse.
O advogado do réu foi Dulce, o promotor do caso João Malato Neto e o presidente do Júri popular, o Juiz Drº Francisco João Damasceno. O julgamento ocorreu na quarta-feira, 14/09, no fórum Desembargador João Turíbio.
Durante o depoimento, o réu negou tudo e disse que quando chegou em casa viu a esposa morta, porém teria alegado em algum momento que a esposa teria cometido traição e ela não mantinha relações sexuais com ele conforme sua necessidade, mas as provas e testemunhos foram convincentes o suficiente para que ele fosse condenado pelo conselho de sentença do Júri, que o julgou com culpado pelo crime. A pena dada ao réu foi de 20 anos de reclusão, devido aos agravantes das circunstâncias em que ocorreu o fato.
“Que essa decisão sirva de exemplo a quem faça a justiça com as próprias mãos. Não há motivo algum que justifique tira a vida de outro ser humano”, disse o presidente do Júri, ao comunicar a sentença.
Durante o julgamento, observou-se a família da vítima presente, manifestando-se com um banner colocado na entrada da sala de julgamento e a frase “A família pede Justiça”.
Após a sentença dada, 20 anos de reclusão, uma familiar da vítima, a prima Silvana Coelho, que afirmou insatisfeita com a pena, pois acredita que Alexandre merecia mais anos de cadeia pelo crime bárbaro que cometeu. “Eu esperava que fosse mais tempo, queria que ele passasse o resto da vida lá. Mas é a Lei, né”, disse.