Formandos visitam Corecon-PI e ressaltam a importância da profissão

Na pauta do encontro, o tema evidente foi a importância da atuação do economista na sociedade

Alunos da turma de formandos em Ciências Econômicas da Universidade Federal  do Piauí foram recepcionados e homenageados na tarde de segunda-feira (20/03) pela presidente do Corecon-PI, economista Teresinha de Ferreira e pelo conselheiro José Manoel Moedas. Entre os visitantes, os formandos Fabrício Sepúlveda Gomes, Patrícia Leal Veloso, Clemilton Gomes de Sousa, Eduardo Nonato Machado Nobre e Aryadne Ribeiro Lopes Dantas.

Na pauta do encontro, o tema evidente foi a importância da atuação do economista na sociedade e a interdisciplinaridade da  ciência econômica, o que leva o economista a ter uma visão sistêmica da realidade, necessário para entender o atual quadro econômico, social e político do país.

O formando Eduardo Nonato Machado Nobre destacou em breve discurso o papel do Corecon-PI de “assegurar o exercício legal e ético da profissão juntos às prestações de serviço do economista, o que é vital para a classe”. Entre os serviços, disse, o economista pode desempenhar muitas atividades, como assessoria, consultorias, auditorias, análises econômicas econômico-financeiras planejamento estratégico, perícias, estudos de mercado e outros.

A presidente Teresinha de Jesus lembrou aos formandos que sempre é preciso renovar a instituição, com novos economista e novas idéias,  e que o momento dos futuros profissionais da classe é ímpar, dada a realidade do nosso país. Também fez menção a este  momento de transição que eles estão passando, da saída da faculdade, da interação ampla com os docentes, para ingressar no mercado de trabalho, levando a sentimento de insegurança  e medos, mas que é natural neste novo desafio".

Teresinha,  que é da 2ª Turma de Ciências Econômicas da UFPI, salientou: “A ciência econômica tem como eixo central a  escassez, e as necessidades ilimitadas das pessoas,  portanto  nossa responsabilidades em pensar as ações que levem ao bem estar e progresso social e econômica é grande. Lamentou tambêm o número de economista no nosso país, que  chega em média 50 mil economistas, que dificulta  ações legais de modernização do mercado de trabalho. E também do papel do Conselho de fiscalizar o exercício da profissão de economista.

O conselheiro Moedas parabenizou a todos e os alertou sobre a responsabilidade que cada um terá. “Depois da formatura as decisões são pessoais. Mas temos muita responsabilidade perante a sociedade, pois o economista decide a vida de um país. Se errar, afeta a vida tanto de uma família como da milhões de brasileiros. Estamos orgulhosos e abrimos as porta do Corecon para vocês”, concluiu.