Uma universitária presa pela neve pesada em seu carro por nove dias em uma estrada árida do Estado norte-americano do Arizona foi resgatada viva após passar o tempo comendo doces e bebendo neve derretida, disseram autoridades nesta quinta-feira (22).
Lauren Weinberg, de 23 anos, estudante da Universidade Estadual do Arizona, foi encontrada na quarta-feira por dois funcionários do Serviço Florestal dos Estados Unidos que patrulhavam a área em trenós, afirmou o tenente Jim Coffey, xerife do condado de Coconino.
Weinberg, localizada a 75 quilômetros da cidade de Winslow, no norte do Arizona, foi considerada desaparecida depois que foi vista pela última vez no Phoenix em 11 de dezembro, informou o departamento policial.
Weinberg dirigia seu carro em 12 de dezembro sem um destino específico quando o veículo ficou preso em cerca de 46 centímetros de neve, disse Coffey.
Um porta-voz da polícia disse à rede americana ABC que a estudante tinha um telefone celular com ela, mas que não pode usá-lo porque a bateria estava descarregada.
Ela foi levada para o Centro Médico Flagstaff para se certificar de que não sofria de queimaduras e desidratação, antes de ser liberada.
"Sou muito grata por estar viva e aquecida", disse Weinberg em comunicado divulgado pelo hospital.
"Obrigada a todos pelos pensamentos e orações, porque funcionaram. Em alguns momentos fiquei com medo, mas sobretudo tive fé de que seria encontrada."
Lauren Weinberg, de 23 anos, estudante da Universidade Estadual do Arizona, foi encontrada na quarta-feira por dois funcionários do Serviço Florestal dos Estados Unidos que patrulhavam a área em trenós, afirmou o tenente Jim Coffey, xerife do condado de Coconino.
Weinberg, localizada a 75 quilômetros da cidade de Winslow, no norte do Arizona, foi considerada desaparecida depois que foi vista pela última vez no Phoenix em 11 de dezembro, informou o departamento policial.
Weinberg dirigia seu carro em 12 de dezembro sem um destino específico quando o veículo ficou preso em cerca de 46 centímetros de neve, disse Coffey.
Um porta-voz da polícia disse à rede americana ABC que a estudante tinha um telefone celular com ela, mas que não pode usá-lo porque a bateria estava descarregada.
Ela foi levada para o Centro Médico Flagstaff para se certificar de que não sofria de queimaduras e desidratação, antes de ser liberada.
"Sou muito grata por estar viva e aquecida", disse Weinberg em comunicado divulgado pelo hospital.
"Obrigada a todos pelos pensamentos e orações, porque funcionaram. Em alguns momentos fiquei com medo, mas sobretudo tive fé de que seria encontrada."