A trabalhadora rural Maria do Amparo da Conceição, moradora da localidade Caraíbas, Zona Rural de Batalha-Pi está passando por uma situação crítica em sua vida por falta de energia elétrica. O fato se iniciou em 2010, quando a lavradora acumulou 4 talões da Eletrobrás atrasados. A cobrança dos talões chegou, Dona Maria pagou todos, no valor de R$ 386,76. No dia seguinte ao pagamento (06/08/2010) a Eletrobrás enviou dois funcionários e cortaram sua luz. A lavradora informou e mostrou a quitação da dívida, mas os funcionários lhe disseram que estavam atendendo ordens e não podiam deixar de cumprir.
Revoltada, dona Maria se dirigiu a Teresina na Central da Eletrobrás, no entanto a empresa estava em greve e ela foi orientada a ir para Esperantina. Na vizinha cidade, a lavradora mostrou a quitação e lá informaram que ela deveria se dirigir ao escritório da empresa em Batalha e pedir a religação da energia.
Em Batalha, dona Maria se dirigiu à Eletrobrás, mas segundo ela, suas reclamações não adiantaram de nada. Logo após isso, chegaram dois outros talões de R$ 130,00 e R$ 430,00 reais. A lavradora se desfez de um som, uma tv e uma geladeira para pagar essa nova dívida. De acordo com lavradora, isso de nada adiantou, pois continuou sem energia.
Mesmo sem energia elétrica em sua residência, ela afirmou que novos talões continuaram chegando, nos valores acima de R$ 60,00 reais. O que mais causa espanto é o fato que na casa só existiam duas lâmpadas e duas tomadas para o som, a tv e a geladeira, mas mesmo assim, suas contas vinham altíssimas. Ninguém explica.
Revoltada, a lavradora ingressou na Justiça, no Fórum de Pequenas Causas no dia 14 de março de 2012. Na audiência realizada no dia 25 de julho de 2012, a empresa ré não compareceu. Desde então Dona Maria espera uma decisão da justiça para que sua energia seja religada e ela volte a ter uma vida mais confortável.
Revoltada, dona Maria se dirigiu a Teresina na Central da Eletrobrás, no entanto a empresa estava em greve e ela foi orientada a ir para Esperantina. Na vizinha cidade, a lavradora mostrou a quitação e lá informaram que ela deveria se dirigir ao escritório da empresa em Batalha e pedir a religação da energia.
Em Batalha, dona Maria se dirigiu à Eletrobrás, mas segundo ela, suas reclamações não adiantaram de nada. Logo após isso, chegaram dois outros talões de R$ 130,00 e R$ 430,00 reais. A lavradora se desfez de um som, uma tv e uma geladeira para pagar essa nova dívida. De acordo com lavradora, isso de nada adiantou, pois continuou sem energia.
Mesmo sem energia elétrica em sua residência, ela afirmou que novos talões continuaram chegando, nos valores acima de R$ 60,00 reais. O que mais causa espanto é o fato que na casa só existiam duas lâmpadas e duas tomadas para o som, a tv e a geladeira, mas mesmo assim, suas contas vinham altíssimas. Ninguém explica.
Revoltada, a lavradora ingressou na Justiça, no Fórum de Pequenas Causas no dia 14 de março de 2012. Na audiência realizada no dia 25 de julho de 2012, a empresa ré não compareceu. Desde então Dona Maria espera uma decisão da justiça para que sua energia seja religada e ela volte a ter uma vida mais confortável.