Um acidente envolvendo o Fiat Bravo, placa PIL-2900, de José de Freitas, e uma moto Honda Titan, matou a dona de casa Maria Antônia Pereira do Nascimento, de 38 anos, e deixou o marido dela Laercio Saraiva Mendes de Sousa de 25 anos, em estado grave. Os dois jovens que estavam no carros também ficaram feridos e sairam do local sem serem identificados pela Policia.
O acidente ocorreu por volta das 7hj30 deste domingo, na rodovia PI-112, em frente ao Clube dos Bandeirantes, localizado a 10 km do Centro da cidade de José de Freitas.
Antonia e Laércio estavam na moto. Eles haviam saido de casa para comprar gêneros alimentícios para para preparar o almoço. O marido conduzia a moto e já retornava para casa quando foram atropelados pelo carro que, segundo testemunhas, que estava a mais de 150 km por hora.
O casal foi "colhido" por trás. De acordo com testemunha, o carro era dirigido por um jovem, filho de conhecido comerciante de José de Freitas. O rapaz e o amigo que o acompanhava estariam bêbados. Eles teriam saído há poucos minutos dos festejos da cidade de Cabeceira, é 45 km José de Freitas.
Antonia vinha na garupa e sofreu o primeiro e maior impacto da batida. Ela teve traumatismos por todo o corpo e morreu no local do acidente. O marido dela foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina em estado grave. Ele também sofreu várias fraturas.
Conforme depoimentos de testemunhas, o carro estava tão rápido que só parou depois de bater na moto, quebrar estacas, "rasgar" 70 metros de cerca e virar. O Bravo ficou de pneus para cima.
"O carro praticamente voou na pista, mas os dois ocupantes do automóvel tiveram ferimentos leves. Eles tiveram sorte de não bater nessa estrutura de concreto", disse uma testemunha, apontando para pilares da estrutura de uma caixa d\'água.
Até o final de tarde, a Polícia não havia informado o nome do motorista e do outro ocupante do veículo. Mas ambos, segundo as testemunhas, aparentavam sinais de embriaguez, o que revoltou os familiares das vitimas.
O que também chocou muito as famílias das vítimas foi demora da liberação do corpo de Antônia, que ficou das 7h30 até às 15h30, portanto 8 horas, exposto ao sol, na beira da pista, à espera da Perícia.
OPINIÃO DO REPÓRTER
Quanto aos estado de embriaguez dos jovens, não posso opinar porque não tenho elementos que possam comprovar tal estado. Mas, pelo que pude observar, é possível que realmente o condutor do veículo atropelador estivesse sob efeito de bebida, tal a situação em que ficou o veículo. E a velocidade era alta mesmo. Isso é possível deduzir no local e vendo as distâncias.
Agora, em relação a essa demora em tirar da via pública o corpo de uma pessoa morta, isso revela que ainda falta muita estrutura para tornar o aparelho de segurança pública do Estado capaz de atender minimamente as demandas da população, sobretudo das camadas mais pobres.
É um desrespeito aos cidadãos e uma agressão à dignidade humana, o corpo de uma vítima de acidente ficar exposto ao sol durante um dia inteiro à espera de perititos do Instituto Médico Legal.
O acidente ocorreu por volta das 7hj30 deste domingo, na rodovia PI-112, em frente ao Clube dos Bandeirantes, localizado a 10 km do Centro da cidade de José de Freitas.
Antonia e Laércio estavam na moto. Eles haviam saido de casa para comprar gêneros alimentícios para para preparar o almoço. O marido conduzia a moto e já retornava para casa quando foram atropelados pelo carro que, segundo testemunhas, que estava a mais de 150 km por hora.
O casal foi "colhido" por trás. De acordo com testemunha, o carro era dirigido por um jovem, filho de conhecido comerciante de José de Freitas. O rapaz e o amigo que o acompanhava estariam bêbados. Eles teriam saído há poucos minutos dos festejos da cidade de Cabeceira, é 45 km José de Freitas.
Antonia vinha na garupa e sofreu o primeiro e maior impacto da batida. Ela teve traumatismos por todo o corpo e morreu no local do acidente. O marido dela foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina em estado grave. Ele também sofreu várias fraturas.
Conforme depoimentos de testemunhas, o carro estava tão rápido que só parou depois de bater na moto, quebrar estacas, "rasgar" 70 metros de cerca e virar. O Bravo ficou de pneus para cima.
"O carro praticamente voou na pista, mas os dois ocupantes do automóvel tiveram ferimentos leves. Eles tiveram sorte de não bater nessa estrutura de concreto", disse uma testemunha, apontando para pilares da estrutura de uma caixa d\'água.
Até o final de tarde, a Polícia não havia informado o nome do motorista e do outro ocupante do veículo. Mas ambos, segundo as testemunhas, aparentavam sinais de embriaguez, o que revoltou os familiares das vitimas.
O que também chocou muito as famílias das vítimas foi demora da liberação do corpo de Antônia, que ficou das 7h30 até às 15h30, portanto 8 horas, exposto ao sol, na beira da pista, à espera da Perícia.
OPINIÃO DO REPÓRTER
Quanto aos estado de embriaguez dos jovens, não posso opinar porque não tenho elementos que possam comprovar tal estado. Mas, pelo que pude observar, é possível que realmente o condutor do veículo atropelador estivesse sob efeito de bebida, tal a situação em que ficou o veículo. E a velocidade era alta mesmo. Isso é possível deduzir no local e vendo as distâncias.
Agora, em relação a essa demora em tirar da via pública o corpo de uma pessoa morta, isso revela que ainda falta muita estrutura para tornar o aparelho de segurança pública do Estado capaz de atender minimamente as demandas da população, sobretudo das camadas mais pobres.
É um desrespeito aos cidadãos e uma agressão à dignidade humana, o corpo de uma vítima de acidente ficar exposto ao sol durante um dia inteiro à espera de perititos do Instituto Médico Legal.