Foi apresentado na quinta-feira (15) pelo advogado Ezequiel Miranda Dias no 17º DP (Delegacia de Polícia de José de Freitas), e interrogados pela delegada titular Gerogiane Karine, o casal Carlos André Carneiro de Andrade, 21 anos e Jarciane (Loura).
Ambos são apontados pela polícia como sendo os autores do assassinato do desempregado Edivaldo Junior Muniz Cardoso (Junior Panzilão), 25 anos, crime praticado na madrugada de segunda-feira (05/12) no centro de José de Freitas.
Georgiane Karine informou que os acusados afirmaram em depoimento que o homicídio foi praticado por ciúmes, já que a vítima fez diversas investidas em Jarciane no sentido de cortejá-la, o que causou revolta em Carlos André. Segundo a delegada, o acusado revelou também que antes da vítima ser morta, teria acontecido uma luta corporal entre os dois e que Panzilão acabou sendo atingido pelo disparo da própria arma, tendo morte instantânea. O revólver, supostamente calibre 38, não foi encontrado pela polícia.
A delegada relatou que após o interrogatório os dois foram liberados por falta de mandado de prisão preventiva e por não haver mais flagrante, acrescentado também que o casal seguiu para Teresina em uma motocicleta após o crime, onde permaneceram escondidos até a data da apresentação à polícia.
"A polícia está realizando diligências para colher provas que possam levar Carlos André e sua companheira para a prisão, que pode acontecer no decorrer da instrução do processo na justiça", disse Georgiane Karine, Delegada Titular do 17º DP.
Ambos são apontados pela polícia como sendo os autores do assassinato do desempregado Edivaldo Junior Muniz Cardoso (Junior Panzilão), 25 anos, crime praticado na madrugada de segunda-feira (05/12) no centro de José de Freitas.
Georgiane Karine informou que os acusados afirmaram em depoimento que o homicídio foi praticado por ciúmes, já que a vítima fez diversas investidas em Jarciane no sentido de cortejá-la, o que causou revolta em Carlos André. Segundo a delegada, o acusado revelou também que antes da vítima ser morta, teria acontecido uma luta corporal entre os dois e que Panzilão acabou sendo atingido pelo disparo da própria arma, tendo morte instantânea. O revólver, supostamente calibre 38, não foi encontrado pela polícia.
A delegada relatou que após o interrogatório os dois foram liberados por falta de mandado de prisão preventiva e por não haver mais flagrante, acrescentado também que o casal seguiu para Teresina em uma motocicleta após o crime, onde permaneceram escondidos até a data da apresentação à polícia.
"A polícia está realizando diligências para colher provas que possam levar Carlos André e sua companheira para a prisão, que pode acontecer no decorrer da instrução do processo na justiça", disse Georgiane Karine, Delegada Titular do 17º DP.